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Como a Internet das Coisas tem afetado a gestão patrimonial

Como a Internet das Coisas tem afetado a gestão patrimonial

Tornar as edificações mais inteligentes é a melhor forma de fazer a gestão dos ativos ser mais eficiente. E a Internet das Coisas, combinada com o Big Data, é um aliado importante nesse processo

Visões futuristas de objetos que se comunicam já são, hoje, uma realidade. Embora sejam um pouco menos lúdicas do que suas representações virtuais, o fato é que as ações que usam a internet das coisas têm se tornado cada vez mais comuns.

No universo da gestão patrimonial, a internet das coisas permite que todos os aspectos de um ambiente sejam monitorados. Em termos de controle, isso é um avanço e tanto: afinal, traz ganhos importantes de eficiência e, consequentemente, redução significativa de perdas.

Isso é possível porque a tecnologia tem mudado a eficiência operacional, energética e ocupacional de edificações e afetado, assim, o comportamento dos usuários. “A internet das coisas é um conceito cada vez mais usado por gestores de diferentes áreas em empresas de todos os tipos”, explica Marciel Berto, gerente da Business Unit de IoT da MAGNASISTEMAS. “No segmento patrimonial, é bastante útil para os responsáveis por facilities e para os controllers que administram as finanças.”

Na área de facilities, a tecnologia pode ajudar o administrador a cuidar da disponibilidade dos ativos patrimoniais de forma mais efetiva. Assim, ele pode garantir, por exemplo, que o elevador esteja funcionando, que a limpeza dos ambientes seja feita e que o uso do espaço seja otimizado, entre outros.

Paralelamente, o controller tem acesso a dados que facilitam sua função de manter o aspecto financeiro sob controle. Isso é possível por meio de informações sobre os contratos mantidos pela empresa, como os de limpeza, manutenção e segurança, por exemplo.

Internet das coisas e as tomadas de decisão

Na tentativa de otimizar a ocupação e a operação dos edifícios, o uso de sensores tem se intensificado. Esses dispositivos fazem a coleta de dados que, depois, podem ser analisados ​​e utilizados para tornar o uso da infraestrutura mais eficiente e fácil.

Estratégias de Big Data permitem fazer o tratamento das informações e, então, oferecer dados para que os gestores atuem. A internet das coisas é, portanto, uma das formas mais tecnológicas de fundamentar as tomadas de decisão. “Tudo acontece a partir de informações captados por sensores que se tornam um imenso banco de dados e, depois, são transformados em insights”, ressalta Berto.

Um shopping center pode ser um exemplo. O uso de um mapa de calor permite saber quantos clientes entram em uma loja e em quais horários essa ocorrência é maior. Esses dados podem representar uma oportunidade de negócios e é preciso compreendê-los para aproveitá-la da melhor forma.

Com as informações corretas, a loja pode melhorar sua eficiência energética, por exemplo. Afinal, é possível saber quando é necessário ligar o ar-condicionado e as luzes para oferecer um melhor atendimento aos consumidores ou quando eles podem ser mantidos desligados para que o uso dos recursos seja mais racional.

É aí que entra a expertise da Magna Sistemas: uma vez que os sensores estejam instalados, é possível receber os dados e transformá-los em informação com valor real. E qual a importância disso? “Quanto maior, mais complexo e mais caro é um ativo, melhor se deve cuidar da sua manutenção”, diz Berto.

Espaços de escritório e tecnologia

Atualmente, a otimização do uso dos espaços tornou-se comum nas empresas. O estilo de vida, bastante influenciado pela tecnologia, faz com que haja muitas possibilidades — e que uma gestão de ativos eficaz seja uma necessidade.

Isso, porque o colaborador nem sempre precisa ter um ponto de trabalho fixo, já que pode exercer suas atividades de qualquer lugar. Fator que representa economia de espaço e otimização de tempo, mas é preciso fazer um controle efetivo que garanta a eficiência de uso.

Por exemplo, ao chegar à empresa, cada profissional pode fazer seu check-in de entrada no prédio ou instalação. A partir disso, o colaborador pode consultar através de um sistema as posições disponíveis e, assim, saber qual local físico pode ser usado e por quanto tempo. Tendo um sensor de presença embaixo das estações de trabalho e/ou das mesas de salas de reunião, os dados podem ser captados em tempo real, permitindo que, ao chegar ao local, o colaborador possa encontrar um lugar desocupado e iniciar suas atividades.

De forma geral, a internet das coisas é capaz de transformar a gestão de ativos no segmento patrimonial muito mais eficiente e proveitosa. “Esse é um valor agregado importante nos dias de hoje, em que a eficiência é constantemente buscada. Com a Internet das Coisas, as tomadas de decisão são mais adequadas”, completa Berto.

Quer saber mais sobre esse e outros temas ligados a tecnologia? Continue com a gente aqui no blog da Magna Sistemas e descubra outras possibilidades nesse universo.

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