Como a tecnologia pode servir às cidades do futuro

De acordo com o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, uma em cada oito da população mundial vive atualmente em megacidades, cidades com população de mais de 10 milhões de pessoas.
Para melhorar a qualidade de vida de todos esses habitantes, essas cidades estão tendo que ampliar suas infraestruturas digitais, uma tendência denominada cidades inteligentes (Smart Cities).

A International Data Corporation estima que os investimentos realizados nas cidades inteligentes chegarão a US$ 158 bilhões em 2022, e o motivador para isso são tecnologias inovadoras a exemplo de soluções de Zeladoria Urbana e o uso da Internet das Coisas (IoT).

Cidades do futuro: Um olhar sobre as Smart Cities

As cidades são as principais referências para o crescimento econômico global e abrigam uma proporção crescente da população mundial. Em 2050, estima-se que 68% da população mundial viverá em cidades, e as megacidades produzirão mais de 80% do produto interno bruto global.

A urbanização tem sido a tendência principal dos séculos XX e XXI. Por causa disso, a evolução para uma abordagem mais centrada em dados para a vida na cidade é inevitável porque a informação e a tecnologia nos fornecem a capacidade de fazer mais em nossas cidades.

Hoje, cidades inteligentes como Dubai, por exemplo, permitem o acesso a seus data warehouses. Essas Smart Cities convidam empresas, cidadãos e empresários a utilizar dados, apresentar soluções inovadoras e torná-las um lugar mais sustentável e atraente para se viver e trabalhar.

Novas maneiras de coletar e usar dados e ao mesmo tempo proteger a privacidade serão necessárias para enfrentar os desafios da urbanização, como gestão de recursos de energia, água, solo, saúde, transporte e resíduos.

Esses dados fluirão por meio de infraestruturas de IoT, consistindo em dispositivos conectados identificáveis. Esses dispositivos são leves e podem coletar e transmitir dados pelas redes.

O sucesso nesta área dependerá de cidades inteligentes serem capazes de capturar grandes quantidades de dados, sejam eles brutos, limpos ou autenticados.

O maior desafio para alcançar esse sucesso será unificar e padronizar esses conjuntos de dados, mantendo sua integridade e consistência. As cidades inteligentes também devem evitar a captura de dados errôneos e lidar imediatamente com o tempo de inatividade e os danos do dispositivo.

Como a tecnologia pode levar a cidades mais limpas e habitáveis

Hoje, o termo Cidade Inteligente passou a ter um significado maior. Uma Smart City moderniza a infraestrutura física, digital e social e integra todos os serviços essenciais para o benefício de seus cidadãos, aproveitando os avanços da tecnologia sustentável para tornar a entrega desses serviços mais eficientes, inovadores, equitativos e estimulantes.

Convergente ao conceito de Smart Cities, a Zeladoria Urbana é o serviço de gerenciar, avaliar e realizar os serviços necessários para a administração da cidade. Normalmente, estes serviços são divididos por regiões, sobretudo nos centros urbanos de grande porte, como ferramentas que se integram à gestão local completa.

As ações podem ir de pequenos reparos e manutenções preventivas até a análise efetiva de soluções mais complexas, que avaliam toda a rotina da cidade.

Em síntese, é o cuidado para manter tudo funcionando: desde tapar algum buraco na rua, realizar o gerenciamento da coleta de resíduos sólidos até a administração dos recursos a serem destinados aos órgãos públicos locais, por exemplo.

Meteorologia e sensoriamento (IoT) para maior segurança e conforto do cidadão

Outro fato relevante à atual zeladoria da cidade é em relação as chuvas que atingem a cidade e que dependendo da intensidade podem ocasionar diversos danos ao patrimônio e aos cidadãos. Utilizando a inteligência tecnológica diminui-se esses impactos evitando transtornos e tragédias ocasionadas por chuvas, alagamentos e transbordamentos.

O controle dos níveis dos rios, afluentes e túneis da cidade são de extrema importância para a segurança e zeladoria da cidade. Com a integração dos serviços climáticos da cidade, com dados de sensores fluviométricos e pluviométricos localizados nos rios, afluentes, túneis e por toda a cidade, com serviços de dados meteorológicos (umidade relativa do ar, nível de precipitação, pressão, velocidade e direção do vento) e de modelos matemáticos preditivos é possível criar alertas que direcionem as equipes de execução e zeladoria em locais de desastres com maior antecedência, mitigando ao máximo esses eventuais transtornos.

Visto que tais alertas antecipariam situações que poderiam comprometer o bom funcionamento destes sistemas de controle de enchentes e alagamentos, promovendo uma grande melhoria no desempenho através de um fluxo mais simples e otimizado.

Incorporados com análises preditivas e tecnologias de aprendizado de máquina, os dispositivos IoT fornecem às cidades o acesso à inteligência de dados e insights em tempo real que lhes permitem alocar recursos com mais eficiência.

Sobre a Magna Sistemas

A MAGNASISTEMAS é uma empresa de serviços, IBM Platinum Business Partner, que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios.

Acompanhe nosso blog e fique por dentro de como a MAGNASISTEMAS, em parceria com a IBM, potencializa as capacidades analíticas cognitivas do Watson e das ferramentas de IoT para identificar e perceber os diversos dados de uma cidade como os padrões de transporte ou tendências de saúde pública, ou ainda, fenómenos meteorológicos naturais e de influência humana, sendo analisados a partir dos maiores conjuntos de dados meteorológicos do mundo da The Weather Company, para inovar e criar soluções de Smart Cities como a Zeladoria Urbana Inteligente.

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