Cidades inteligentes estão moldando o futuro em que viveremos

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De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas), a maioria e uma proporção crescente da população mundial vive em áreas urbanas. De fato, espera-se que a parcela da população mundial que vive em áreas urbanas aumente de 55% em 2018 para 60% em 2030. Para se ter uma ideia real dessa mudança, em 1950, 30% da população global vivia em áreas urbanas.
O crescimento da população urbana foi impulsionado pelo crescimento de cidades de todos os tamanhos. Ainda de acordo com números fornecidos pela ONU, em 2018, 33 megacidades hospedavam 13 por cento da população urbana global. Em 2030, o número de megacidades deverá aumentar para 41, com 14 por cento dos habitantes urbanos em todo o mundo residindo em megacidades.
Essa forte migração em direção às cidades nos leva a pensar sobre os desafios que uma metrópole passa a ter em razão da necessidade da forte expansão, necessária para acomodar a movimentação de um grande número de pessoas.
São diferentes desafios que extrapolam dificuldades tradicionais já tratadas ou mapeadas por gestores públicos, como habitação, transporte, saúde e segurança pública. Passamos a lidar com adversidades como controle do solo, escoamento da água da chuva, mudanças climáticas e outros dilemas que passam a fazer parte da agenda dos atuais gestores das grandes cidades.
O desafio de tomar medidas preventivas e proativas em função do crescimento das grandes cidades
Os projetos de cidades mais comuns incluem basicamente iluminação, sistemas de transporte e serviços públicos de eletricidade e água. As tecnologias utilizadas para gestão desses serviços são baseadas na coleta e análise de dados, utilizando soluções para o número crescente de desafios enfrentados pelos municípios.
No entanto, apesar dos inúmeros benefícios dos projetos de construção de grandes cidades, muitos desafios permanecem, quando se trata de implantação e gerenciamento, isso devido aos requisitos exclusivos de cada cidade e às diferentes interpretações dos conceitos de gestão.
À medida que os projetos de cidades inteligentes se aceleram, novos desafios surgem, podemos citar aqui pelo menos três dos maiores desafios que o futuro das Smart Cities enfrentam:
1. Ameaças ambientais
A rápida urbanização, que sobrecarrega a infraestrutura básica, juntamente com eventos climáticos mais frequentes e extremos ligados às mudanças climáticas globais, está exacerbando o impacto das ameaças ambientais.
As ameaças ambientais comuns incluem inundações, ciclones tropicais (aos quais as cidades costeiras são particularmente vulneráveis), ondas de calor e epidemias.
2. Recursos naturais
As cidades precisam de recursos como água, alimentos e energia para serem viáveis. A expansão urbana reduz as áreas de captação de água disponíveis, terras agrícolas e aumenta a demanda por energia.
Embora uma melhor aplicação de tecnologia possa aumentar a produtividade agrícola e garantir uma transmissão mais eficiente de eletricidade, muitas cidades continuarão a lutar para fornecer esses recursos a uma população urbana em constante crescimento.
Além desses requisitos básicos, o crescimento aleatório verá a redução de espaços verdes nas cidades, afetando negativamente a habitabilidade. À medida que a água doce se torna escassa e as terras férteis diminuem, os preços dos alimentos podem subir, atingindo com mais força os mais pobres.
Devido à densidade física e populacional das cidades, essas ameaças geralmente resultam em perdas financeiras devastadoras e mortes.
Tornar as cidades mais resilientes contra essas ameaças ambientais é um dos maiores desafios enfrentados pelas autoridades municipais e requer atenção urgente.
3. Desigualdade

Quando se trata de fornecimento de recursos básicos e resiliência contra ameaças ambientais, a previsão é desigual para diferentes grupos de habitantes urbanos.
À medida que o número de super-ricos urbanos cresce, muitas cidades também verão um número maior de pobres urbanos.
O fosso cada vez maior entre os que têm e os que não têm será acentuado nas megacidades do futuro. Essas desigualdades, quando deixadas sem controle, desestabilizarão a sociedade e prejudicarão quaisquer benefícios do desenvolvimento urbano.
Há uma necessidade crítica de que os formuladores de políticas garantam que os frutos do progresso sejam compartilhados de forma equitativa.
As cidades inteligentes podem resolver os desafios da urbanização e moldar o futuro em que viveremos
A adoção e transformação das tecnologias empregadas nas Cidades Inteligentes possibilita o desenvolvimento de infraestruturas futurísticas e um ecossistema conectado que alimenta o desenvolvimento econômico sustentável e alta qualidade de vida.
Soluções baseadas em IoT, por exemplo, elevam as operações tradicionais e criam novos serviços que tornam as cidades mais eficientes, seguras e econômicas, oferecendo benefícios que tornam o estilo de vida urbano mais agradável e confortável. Alguns desses benefícios são:
● Trânsito inteligente
● Gerenciamento eficiente de água e energia
● Evitar enchentes e limpar piscinões
● Melhorar a colaboração/comunicação com o munícipe
● Segurança Avançada
O ecossistema conectado desenvolvido a partir das Cidades Inteligentes oferece inúmeros benefícios em termos de aumento da eficiência, criação de um ambiente sustentável e melhoria do estilo de vida dos cidadãos. Sua base com outras tecnologias disruptivas, como IoT, AI, blockchain e aprendizado de máquina, pode até automatizar os processos do dia-a-dia.
As Smart Cities serão o futuro em que viveremos. O investimento em cidades inteligentes deverá ultrapassar mais de US$ 710 bilhões até o final de 2023. A mudança vigorosa é claramente visível com as Cidades Inteligentes.
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