DBA – Digital Business Automation

A transformação digital está se mostrando uma mudança cada vez mais iminente, visto que o
avanço tecnológico tem sido um grande aliado para facilitar o alcance de eficiência e agilidade nas
empresas, aumentando o faturamento e diminuindo custos.

Segundo estudo McKinsey Global Institute de 2017, mais de 30% das tarefas executadas, em 60%
de todas as posições de trabalho existentes no mundo hoje, podem ser automatizadas. Outro
estudo, realizado pela IBM, aponta que cerca de 63% do trabalho realizado nas empresas têm o
potencial de ser automatizado.

Uma pesquisa inédita desenvolvida em 2018 pelo Laboratório de Aprendizado de Máquina em
Finanças e Organizações da Universidade de Brasília (UnB) ainda aponta que até 2026, 54% dos
empregos formais do país poderão ser ocupados por robôs e programas de computador.

Este movimento chamado de Transformação Digital é uma jornada onde empresas aperfeiçoam
suas capacidades digitais para ganhar agilidade, reduzir erros e incrementar valor ao cliente,
gerenciando riscos e viabilizando novas formas de monetização.

Estas soluções digitais podem ser aplicadas em processos, produtos e ativos. Através da
suplementação de operações com trabalhadores digitais, softwares automatizam demandas que
eram executadas por humanos, atingindo maior receita por empregado se comparado aos
concorrentes tradicionais.

A Plataforma de Automação de Negócios Digitais da IBM é flexível e integrada, capaz de
automatizar aspectos importantes e distintos da operação. As capacidades robóticas são capazes
de suprir tarefas manuais, coordenação e arranjos, captura visual, conteúdo cognitivo e decisões
baseadas em regras. São elas:

Modelagem: portal colaborativo para construção da inteligência de processos na empresa;

Tarefas: automatização com bots (robôs) colocando fim em tarefas rotineiras, no copypaste de dados e nos erros causados pelo trabalho manual e repetitivo;

Conteúdos compartilhados e gerenciados: armazene, analise, colabore e pesquise de
forma segura e centralizada os conteúdos de negócio;

Businessflows: visibilidade de estrutura, fluxos de negócio gerenciados de ponta a ponta,
estruturados ou não, para melhorar a eficácia entre processos;

Decisões de negócios: centralize e automatize regras e políticas complexas, para ganhar
agilidade na tomada de decisão. Permite rápida adaptação a mudanças e gerenciamento
em tempo real;

Captura de dados: classificação e extração de dados de milhares de documentos com
qualidade e assertividade, usando recursos cognitivos;

Insights a partir da massa de dados gerada para monitoramento de desempenho,
aprendizado e recomendações cognitivas.

Quem resistir se mantendo nos moldes tradicionais terá um duro caminho pela frente para
alcançar os negócios digitais.

Fique por dentro desta transformação decisiva falando com um de nossos especialistas!

Inteligência artificial e big data são aliados importantes em uma estratégia de negócios

Não importa o tamanho e o segmento de atuação da empresa, inteligência artificial e big data podem trazer dados relevantes para o desenvolvimento de qualquer empresa.

Inteligência é, muitas vezes, um conceito subjetivo! E isso acontece até mesmo no universo tecnológico: inteligência artificial, computação cognitiva e aprendizado de máquina são três formas distintas de incluir esse princípio nos sistemas corporativos.

Com tanta inovação disponível, a grande pergunta que os executivos de negócios se fazem é: qual dessas tecnologias é mais adequada aos objetivos de uma empresa e como ela pode mudar a realidade da companhia? Se não conseguem uma resposta direcionada às suas necessidades, as empresas passam a achar que se trata de algo muito distante de seu cotidiano.

Nesse contexto, é preciso ter em mente que, o que de fato importa, é que problemas de negócios podem ser resolvidos com soluções de Inteligência Artificial e Big Data. “Independentemente de qual estratégia vai ser adotada, é essencial que o cliente saiba que é possível resolver seu problema”, enfatiza Emerson Camilo, gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

Informações em tempo real dão agilidade às tomadas de decisão

Um dos principais aspectos a ser considerado é como os dados serão utilizados, ou seja, em alguns casos, é imperativo que se obtenham informações em tempo real (o monitoramento e a vida de um paciente pode depender disso, por exemplo) enquanto, em outras situações, é necessário ter informações históricas para fazer comparações (para, entre outras ações, acompanhar um quadro clínico em evolução).

O processamento de imagens é uma das áreas que tem tido avanços importantes. A MAGNASISTEMAS tem sido uma das pioneiras nesta área e tem aplicado seu expertise para testar, por exemplo, como melhorar a fluidez nas estradas. Imagine, por exemplo, que as câmeras espalhadas ao longo da pista identifiquem um aumento no fluxo de veículos. Essa informação pode ajudar a determinar quantos pontos de pagamento de pedágio devem estar abertos para evitar congestionamentos. “Se as posições disponíveis forem inferiores ao necessário, é possível abrir outras rapidamente”, sugere Camilo.

O mesmo princípio pode ser usado na gestão de qualquer tipo de fila. “É o caso, entre outros, de supermercados. Assim, quando o gestor observar que as filas nos caixas estão muito grandes — o que deixa o cliente bastante insatisfeito —, ele pode aumentar a quantidade de locais de atendimento.”

Dados históricos podem ser úteis no setor de saúde

E não para por aí: a análise de imagens em alto volume com inteligência artificial pode ser benéfica nas mais variadas áreas. Outro exemplo interessante de uso desse recurso pode ser encontrado na área de saúde. Um hospital tem condição de examinar um banco de dados muito rico e, a partir dele, identificar mutações que apontem um determinado padrão.

Assim, é possível treinar um sistema para que ele reconheça alterações e indique o que elas representam. Quando se deparar com casos semelhantes, a equipe encarregada é, então, capaz de fazer avaliações mais aprofundadas e, a partir da inteligência artificial, tomar decisões mais precisas em relação ao tratamento do paciente.

Isso demonstra que situações diferentes — e sem qualquer relação entre si — em segmentos distintos podem se beneficiar do mesmo tipo de tecnologia. “Tudo depende de qual é a necessidade e de como é desenvolvida a estratégia para satisfazê-la”, diz o gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

A MAGNA SISTEMAS é uma empresa de serviços que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios e no retorno do investimento.

Quer saber como Big Data pode ser útil para a sua empresa? A gente conta!

Independentemente do segmento de atuação e do porte do empreendimento, soluções de big data podem oferecer insights importantes para as estratégias do negócio

Big Data está em todas as mentes atualmente. Muito se fala do assunto e as promessas de resultado parecem ser sempre bastante convincentes, mas a verdade é que poucos realmente entendem como o conceito se aplica à realidade específica de cada empresa. E isso pode levar algumas empresas a acreditarem que soluções de Big Data não servem para seu negócio.

Existem muitos cases apresentados no mercado que são referentes a órgãos governamentais e grandes empresas, o que muitas vezes parece ser uma situação completamente diferente daquela do empreendedor comum. A boa notícia é que Big Data pode, sim, ser adaptado para cenários mais simples e próximos do dia a dia.

Grande aliado dos executivos de negócios, soluções de big data ajudam os profissionais a agregarem valor a seu trabalho. “Em geral, os gestores têm um grande volume de informações à disposição, mas não sabem como potencializar o uso desses dados. Muitas vezes, eles imaginam até que precisam de um sistema completamente novo — e isso nem sempre é verdade”, diz Emerson Camilo, Gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

Segundo Camilo, boa parte dos insights capazes de efetivamente ajudar uma organização a prosperar já está dentro da companhia. Assim, a empresa não precisa de outro sistema: o que de fato pode ajudá-la é compreender como usar as informações que ela já coleta periodicamente e que são subutilizadas.

Como saber se os dados estão prontos para uso ou não?

Muitos gestores sabem que possuem dados e informações relevantes, mas não conseguem extrair valor efetivo para o negócio. “Quando os dados são transformados em insights, soluções de Big Data podem trazer benefício significativos a organização”, explica Camilo.

E quais são esses dados? Em primeiro lugar, é importante saber que as informações podem ser divididas em dois grupos: estruturadas e não estruturadas. Enquanto as estruturadas estão praticamente prontas para serem usadas, as não estruturadas requerem um tratamento para que se tornem úteis de verdade.

Um dos exemplos mais tradicionais de dados estruturados são as planilhas de Excel. As informações estão ali, dispostas em linhas e colunas, e recuperá-las é simples e rápido. Isso não é um demérito: esses dados são extremamente úteis para as empresas. Dificilmente, porém, ajudam a obter insights importantes até porque já tiveram algum tipo de tratamento para serem compiladas.

Na categoria não estruturada, por outro lado, as informações não têm formato específico, mas são carregadas de conteúdo diferenciado. Esses são os dados mais importantes quando se está em busca de inspiração para as tomadas de decisão que envolvem as estratégias de negócios.

Qual a importância da qualidade dos dados?

É comum que as organizações tenham canais nas redes sociais e recebam muita informação por eles. E o que, afinal, esse conteúdo representa? O que uma determinada quantidade de seguidores representa? Os posts publicados dão visibilidade positiva ou negativa à companhia? Quais regiões o conteúdo produzido pela organização atinge?

Para que seja efetivo, soluções de Big Data tem como base três Vs: Volume, Variedade e Velocidade. Isso, porque é necessário que haja uma quantidade significativa de informação para que seja possível obter padrões. Ao mesmo tempo, os dados devem vir de várias fontes para que se confirmem e se complementem. E, claro, é essencial que a velocidade seja adequada, já que um post de ontem pode não ter valor hoje.

Imagine, por exemplo, um tuíte que informa sobre um ponto de alagamento. Além de permitir saber quantas pessoas estão falando sobre o assunto, essa publicação é uma boa referência para que o CET, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros local tome uma decisão proativa e envie equipes àquela área para ajudar a garantir que possíveis vítimas sejam atendidas.

Outro exemplo interessante de dados não estruturados é quando as rodovias compilam informações sobre os acidentes ocorridos em sua extensão. Esses subsídios ajudam a indicar onde uma passarela pode ser útil para evitar atropelamentos, por exemplo.

De modo geral, então, soluções de Big Data tem várias formas de serem aplicadas. “Como não há um produto pronto, ele pode ser adaptado às necessidades de qualquer operação”, comenta o Gerente de Smarter Cities e Big Data. Muitas vezes, é por meio do Big Data que se pode de fato tomar a decisão que vai mudar o destino de um negócio ou processo.

A MAGNA SISTEMAS é uma empresa de serviços que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios e no retorno do investimento.