3 benefícios da manufatura digital que fazem parte da Indústria 4.0

A manufatura digital usa plataformas digitais para integrar dados de todos os processos da automação industrial, assim como todos os atores envolvidos neste ecossistema.

Hoje, já se conta com várias tecnologias digitais, tais como robotização, inspeção digital, drone, realidade aumentada, digital twins, modelagem 3D, simulações e análises, tudo para melhorar a produção, as cadeias de suprimentos e outras áreas associadas ao processo industrial com o objetivo de utilizar a inteligência no trabalho para transformação do negócio.

A manufatura digital é especialmente aplicável para projetar produtos, criar fábricas inteligentes e otimizar a cadeia de valor.

A revolução digital está rompendo as paredes da manufatura

Os líderes da indústria e acadêmicos concordam que as tecnologias de manufatura digital transformarão todos os elos da cadeia de valor da manufatura, de pesquisa e desenvolvimento, cadeia de suprimentos e operações de fábrica até marketing, vendas e serviços.

A conectividade digital entre designers, gerentes, trabalhadores, consumidores e ativos industriais físicos já desbloqueia um valor enorme, transformando o cenário de fabricação para sempre.

De fato, a necessidade de conexão de uma explosão de dados disponíveis, a incorporação de inteligência artificial e a capacitação de trabalhadores – junto com avanços em outras áreas, como IoT, automação, cloud, segurança, robótica, análises preditivas, tecnologia aditiva e interação homem-máquina – estão desencadeando inovações que estão mudando a natureza da própria manufatura.

Em vez de depender somente de processos físicos, as empresas estão cada vez mais recorrendo a modelos digitais. Separamos três benefícios desta transformação digital:

1.   Otimiza o ciclo de vida do produto

Os engenheiros podem usar softwares específicos para criar uma visão digital – essencialmente um protótipo ou réplica virtual – em vez de usar materiais como espuma ou metal para criar um físico.

Eles podem, então, estudar essa réplica digital para determinar como as condições do mundo real afetam as alterações propostas no projeto e, por sua vez, descobrirem possíveis falhas.

Por exemplo, uma representação digital do motor de um carro pode mostrar que certos componentes se desgastam mais rápido do que outros. Os técnicos podem estudar suas réplicas digitais para encontrar soluções para esses problemas.

2.   Ajuda a otimizar a cadeia de valor

Na prática, não é simples melhorar a cadeia de valor por sua complexidade. Porém, a manufatura digital pode ajudar na análise de toda a cadeia, uma vez que possibilita a integração de todos os dados contidos nela. Também possibilita a mitigação dos riscos físicos e financeiros através da experimentação de uma réplica digital.

Uma maneira disso funcionar é otimizar o projeto da fábrica. As empresas podem usar software de manufatura digital para criar representações virtuais de layouts de chão de fábrica e simular processos de produção.

Além disso, os técnicos podem descobrir gargalos potenciais, bem como causas de desperdício ou tempo de inatividade, antes mesmo que a fábrica seja construída.

Isso garante que a fábrica funcionará com eficiência quando estiver operacional. Os técnicos também podem usar representações digitais para experimentar diferentes métodos de produção, otimizando a utilização dos recursos financeiro, de infraestrutura e humanos.

Por exemplo, um gerente de fábrica pode testar um tipo diferente de máquina para comparar eficiência com a que está em uso atualmente. Neste caso, os técnicos podem criar uma representação digital da fábrica e simular esta troca de máquinas antigas por novas.

Assim, os técnicos estudam a simulação para ver como a nova máquina afetará a produção. Eles podem descobrir se uma nova máquina é a solução ou seria muito cara, muito perigosa ou muito lenta – utilizando o mínimo de recursos financeiros, sem colocar os trabalhadores em perigo e nem alterar a programação de produção.

3.   Habilita fábricas inteligentes

Mesmo estando no “estágio inicial” da chamada Indústria 4.0, as fábricas inteligentes podem utilizar inteligência artificial, robótica, análises, big data e IoT para trabalhar de forma bastante autônoma, inteligente e produtiva.

Elas são capazes de se autocorrigir e alertar os trabalhadores humanos quando ocorre um problema. Como as fábricas inteligentes possibilitam que seus colaboradores possam se concentrar em ações mais estratégicas, deixando tarefas mais repetitivas e operacionais para os robôs. Monitorando e analisando continuamente os dados de fábrica para identificar possíveis problemas da máquina, evita o tempo de inatividade e aumenta a qualidade e o rendimento.

Um ambiente de produção totalmente digitalizado possibilita uma perfeita integração entre todos os participantes da cadeia, permitindo que as instalações se comuniquem e colaborem, otimizando a monitoração e gestão dos recursos, melhorando a produtividade e contribuindo para a redução do custo de produção.

Muitas empresas começaram a fazer progressos reais e já colhem os frutos da utilização destas tecnologias e muitas outras já estão neste caminho. Uma coisa parece certa: com margens de lucro cada vez mais estreitas, e os consumidores exigindo produtos mais sofisticados e melhores serviços, a transformação digital é o caminho que pode levar as empresas ao sucesso.

Torne a 4ª revolução industrial uma realidade em suas operações com tecnologia IBM e aplicativos desenvolvidos pela MAGNASISTEMAS para resolver os maiores desafios de seu mercado.

Sobre a Magna Sistemas

A MAGNASISTEMAS é uma empresa de serviços, IBM Platinum Business Partner, que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios.

Acompanhe nosso blog e fique por dentro de como a MAGNASISTEMAS, em parceria com a IBM, potencializa o uso dos dados com a IA e IoT para inovar o gerenciamento de ativos, otimizar bens imobiliários e instalações, aprimorar a engenharia de software e de sistemas, além de avançar a sua transformação digital.

A jornada para a Indústria 4.0

Se você ainda não criou um roteiro da Indústria 4.0, saiba que não está sozinho.

Em pesquisa realizada pela McKinsey, empresa de consultoria de gestão com sede nos Estados Unidos, descobriu que apenas 48% dos fabricantes se consideram prontos para a Indústria 4.0.

Definida como “a próxima fase na digitalização do setor de manufatura”, impulsionada pelo aumento considerável nos volumes de dados, poder computacional e conectividade, análise e inteligência de negócios, além de novas formas de interação homem-máquina, como interfaces de toque e sistemas de realidade aumentada e conexões em evolução entre os mundos digital e físico, incluindo robótica e impressão 3D.

Iniciando seu roteiro rumo à Indústria 4.0

De fato, os fabricantes ansiosos para colher os benefícios da Indústria 4.0, incluindo maior visibilidade e controle, redução de custos e produção mais eficiente e confiável, enfrentam a difícil tarefa de implementar novas tecnologias, treinar pessoal e mudar processos e procedimentos para mover suas empresas para o próximo nível.

Então, onde e como elas podem começar a criar seu roteiro da Indústria 4.0?

1.   Pesquise o seu cenário atual de tecnologia
Onde você e sua empresa estão agora?

Faça uma pesquisa de sua tecnologia atual e ambiente de automação para estabelecer seu ponto de partida e identifique quais sistemas e tecnologias você possui atualmente e que podem desempenhar um papel em seu futuro.

2.   Defina sua visão de futuro
Parte da razão pela qual a criação de um roteiro da Indústria 4.0 é tão difícil é que esse próximo estágio do processo de fabricação muda desde sua origem.

Você provavelmente não tem uma visão clara de como será a indústria 4.0 em seu mercado, e as tecnologias relacionadas ainda estão evoluindo. Mas dê o seu melhor para imaginar como a tecnologia está mudando seu setor.

Olhe para seus concorrentes, especialmente as maiores empresas e as mais inovadoras. Pesquise os fornecedores de tecnologia e leia sobre seus sucessos, especialmente em seu mercado e setores semelhantes.

3.   Comece com o básico
Praticamente todos os fabricantes possuem soluções de gestão para operações e gerenciamento financeiro, e sistemas apropriados de engenharia e design para estabelecer a presença digital básica que é a base da Indústria 4.0.

O primeiro passo no caminho para o futuro da Indústria 4.0 é garantir que os sistemas existentes sejam robustos o suficiente para crescer no novo mundo de dispositivos inteligentes conectados, big data, entre outras inovações.

4.   Abrace a nuvem
A maioria dos novos aplicativos está sendo desenvolvida para a nuvem, a plataforma preferida para conectividade e sistemas distribuídos.

Mover seus sistemas internos, como ERP e sistemas de execução de manufatura, para a nuvem libera sua equipe de TI para um trabalho mais valioso na construção de sua infraestrutura do Indústria 4.0 e implementação de novas tecnologias.

5.   Continue a construir seu plano
Você tem um plano básico, mas a tecnologia está evoluindo rapidamente . Você sem dúvida aprenderá muito ao implementar partes da solução nos próximos anos. Reveja continuamente esse plano e ajuste-o às novas necessidades e oportunidades.

Riscos de um roteiro inicial da Indústria 4.0

Esteja ciente de que existem dois desafios principais enfrentados atualmente pelos desenvolvedores e implementadores das instalações da  Indústria 4.0: segurança e padrões.

A segurança sempre será uma preocupação primária. À medida que cada nova tecnologia evolui, os cibercriminosos atacam e os times de segurança digital devem repelir continuamente essas intrusões e adaptar seus sistemas para um controle mais rígido.

Como a Indústria 4.0 é altamente dependente do compartilhamento e transferência de informações, a falta de padrões universalmente aceitos para formatos de dados, protocolos e similares continua a oferecer desafios.

Várias organizações estão trabalhando arduamente para desenvolver os padrões necessários e pressionar por uma aceitação geral. Embora isso ainda seja um trabalho em andamento, os implementadores continuam em risco de selecionar sistemas que podem não usar os protocolos que eventualmente surgem como padrões da indústria.

Sobre a MAGNASISTEMAS

A MAGNASISTEMAS é uma empresa de serviços, IBM Platinum Business Partner, que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios.

Acompanhe nosso blog e fique por dentro de como a MAGNASISTEMAS, em parceria com a IBM, potencializa o uso dos dados com a IA e IoT para inovar o gerenciamento de ativos, otimizar bens imobiliários e instalações, aprimorar a engenharia de software e de sistemas, além de avançar a sua transformação digital.

Por que o conceito de fábrica inteligente é a chave para a Indústria 4.0?

O conceito de fábrica inteligente é cada vez mais discutido em relação ao setor industrial. Então, o que é exatamente uma fábrica inteligente e por que ela é importante para a Indústria 4.0 ?

Embora não haja uma definição oficial de fábrica inteligente, o termo geralmente é usado para designar uma instalação de produção altamente digitalizada e conectada. O conceito de fábrica inteligente é muitas vezes pensado como o resultado ou visão da quarta revolução industrial, ou Indústria 4.0.

O conceito de fábrica inteligente e tecnologia conectada

As fábricas inteligentes adotam o conceito de Digital twin (gêmeo digital), termo que representa um salto significativo na forma como empresas poderão desenvolver, avaliar e aprimorar os seus produtos, como base para a manufatura digital.

Máquinas de produção participam da fabricação com uso da conexão de rede local para receber ordens, relatórios de progresso, instruções de trabalho e interagir com os sistemas de qualidade e rastreabilidade.

Desta forma, os trabalhadores do chão de fábrica têm acesso imediato às programações, instruções, dados de qualidade, status de estoque e mudanças de demanda.

Além disso, toda a empresa, incluindo engenharia, vendas e marketing, executivos, serviço de campo, materiais e planejamento, contabilidade e até mesmo clientes e fornecedores, estão digitalmente conectados para monitorar necessidades e atividades, colaborar em toda a empresa e trabalhar em conjunto para aumentar a velocidade e eficiência.

As características definidoras da fábrica inteligente são visibilidade e conectividade

O uso extensivo de sensores e dispositivos industriais de internet das coisas (Industrial Internet of Things – IIoT) fornecem grande parte da tecnologia, enquanto análises cada vez mais sofisticadas e aplicativos inteligentes baseados em IA e aprendizado de máquina assumem grande parte das tarefas rotineiras de gerenciamento, permitindo que funcionários, gerentes e executivos se concentrem sobre como lidar com exceções e tomar decisões estratégicas e táticas sólidas.

Conforme a visão do conceito de Indústria 4.0 se desdobra, as expectativas são de que as fábricas inteligentes serão capazes de reduzir significativamente ou eliminar defeitos e tempo de inatividade não planejado, reduzir o desperdício e otimizar a produção e a eficiência.

Assim como a conexão e a comunicação em um relacionamento pessoal são as chaves para evitar problemas e criar novos comportamentos mais produtivos, o mesmo ocorre na esfera da fabricação inteligente.

No fundo, é exatamente disso que se trata a fábrica inteligente – criar conexão em serviço de grandes melhorias em como as coisas são feitas.

Com a fábrica inteligente, estamos falando sobre a miríade de processos, máquinas, pessoas e dados dos quais depende a criação de qualquer coisa – do produto mais simples à peça mais complexa do maquinário.

Também estamos falando sobre as tecnologias aparentemente infinitas que podem fazer parte do cenário da manufatura digital, incluindo design auxiliado por computador, a internet das coisas, robótica, impressão 3D e muito mais. Em outras palavras, a questão do que o termo fábrica inteligente realmente significa.

Conceito de fábrica inteligente para futuro da Indústria 4.0

Embora tudo isso possa soar como uma visão futurista incrível, as tecnologias necessárias para dar vida a esse conceito de fábrica inteligente estão disponíveis e em uso hoje, e um número crescente de companhias estão aproveitando os benefícios da fabricação digital e da Indústria 4.0.

A tecnologia continua a evoluir, é claro, e uma pegada mais ampla, integração mais estreita e mais automação certamente estão em andamento. Os principais desenvolvimentos em interfaces homem-máquina, incluindo melhores análises, realidade aumentada e tecnologia de voz, servirão para aproximar as pessoas, a fábrica e a cadeia de suprimentos em um futuro previsível.

Sobre a MAGNA SISTEMAS

A MAGNASISTEMAS é uma empresa de serviços, IBM Platinum Business Partner, que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios.

Acompanhe nosso blog e fique por dentro de como a MAGNASISTEMAS, em parceria com a IBM, potencializa o uso dos dados com a IA e IoT para inovar o gerenciamento de ativos, otimizar bens imobiliários e instalações, aprimorar a engenharia de software e de sistemas, além de avançar a sua transformação digital.

Big Data e Internet das Coisas (IoT) – Conheçam duas das principais tecnologias da Indústria 4.0

Na era da informação e da transformação digital, a 4ª revolução na história da indústria,
também chamada de Indústria 4.0, é fundamentada em um conjunto de tecnologias que
permitem que máquinas e humanos trabalhem em perfeita sintonia, colaborando para uma
criação bilateral de uma produção mais ágil e eficiente, abrangendo ainda a preservação do
meio ambiente, sustentabilidade, economia de água e energia.

Conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas podem criar redes inteligentes ao longo
de toda a cadeia de valor, possibilitando a produção em módulos de forma autônoma e
controlada. Nascem assim as fábricas inteligentes, com independência e capacidade para se
adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção, para agendar manutenções e
prever falhas em processos e operações.

Internet das Coisas (IoT), Big Data, Inteligência Artificial, Manufatura Aditiva e Cloud
Computing são alguns dos pilares tecnológicos designados para sustentar a implantação da
revolução 4.0.

A Internet das Coisas permite a comunicação e interação entre máquinas e equipamentos de
uma planta industrial. Esta rede é capaz de reunir e transmitir dados com habilidade de
processamento e comunicação através da Internet, como controladores descentralizados.

Estes dispositivos dotados de sensores enviam informações sobre processos e seu próprio
desempenho para a base de dados, que pode estar localizada tanto em um servidor na planta
quanto em nuvem. A IoT pode ser definida como uma tendência de evolução dos sistemas
atuais de supervisão e controle do processo industrial centralizado (ex: SCADA).

Mas o que fazer com todo este volume de dados? Nunca antes na história da humanidade
houve tanto acesso a informações como agora. Milhões de dados são gerados diariamente por
máquinas, sistemas, sensores e até mesmo pelos próprios trabalhadores nas manufaturas.

Estes dados devem ser armazenados, analisados, organizados e protegidos. Através das
soluções de Big Data é possível assimilar este grande volume de dados (estruturados e não
estruturados) que ficam disponíveis na nuvem. A partir de uma seleção são extraídas
informações valiosas para conhecimento, cálculos, análises preditivas, insights e know how
sobre o cliente, aperfeiçoando relações.

Segundo levantamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a
estimativa anual de redução de custos industriais no Brasil, a partir da migração da indústria
para o conceito 4.0, será de no mínimo, R$ 73 bilhões/ano. Essa economia abrange ainda
ganhos de eficiência, redução nos custos de manutenção de máquinas e consumo de energia.

A Indústria 4.0 é uma tendência global que está começando a se difundir pelo Brasil, e quem se
antecipar nos desafios desta nova realidade com certeza irá potencializar seus impactos
positivos.

Para sair na frente de seus concorrentes, entre em contato e fale com um de nossos
especialistas!

Smart Buildings: Economia, eficácia e segurança

 

Conheça os pilares dos Prédios Inteligentes e suas inovações para a gestão do patrimônio imobiliário

Nos últimos anos, diversas tecnologias têm entrado no mercado com força total para trazer soluções e beneficiar pessoas, lugares e o meio ambiente.

Segundo um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado em 2007, os edifícios são responsáveis por cerca de 30% das emissões de gases que provocam o aquecimento global. Nas grandes metrópoles, a população chega a passar mais de 80% de seu tempo dentro de prédios. Sem contar o custo com a manutenção de edifícios que também costuma ser o segundo maior dentro de uma empresa. A lista mal começou e já é possível ver porque os Smart Buildings chegaram para ficar.

Prédios inteligentes são construções que utilizam recursos tecnológicos para serem mais independentes e sustentáveis, contando com a automatização de funções e segurança com tecnologia de ponta. Estes processos geram economia desde o início do projeto de engenharia até a fase final de abastecimento de serviços.

Estes recursos suportam a criação de uma rede de gerenciamento para análises sistematizadas dos imóveis, sejam eles: próprios, em processo de aquisição, de construção ou locados.

A gestão é dividida em seis frentes:

  • Gerenciamento de locações e contratos
  • Gerenciamento de projetos
  • Gerenciamento de espaço
  • Gerenciamento de operação
  • Gerenciamento ambiental
  • Aplicação das funcionalidades – Integração

Estas tecnologias viabilizam diversos tipos de upgrades, que além de diminuir custos melhoram a experiência no ambiente.

Integrando a planta baixa CAD a este sistema, pode-se analisar visualmente a demanda e a disponibilidade de espaço, medir e relatar os custos de ocupação, movimentação e serviços. Analistas e gestores podem reduzir a quantidade de espaço vago, prevendo e entregando requerimentos para suportar os objetivos dos negócios.

Através de um centro de controle integrado, informações são coletadas por sensores IoT e assim é possível definir limiares e alertas de consumo de energia, reduzindo o uso. O descarte adequado de lixo e a emissão de gases de efeito estufa também podem ser controlados facilmente através deste sistema de gerenciamento.

Adaptar-se e atualizar sistemas é de longe a melhor opção para que gestores e empresários possam ser flexíveis e continuem a sustentar uma estrutura que suporte o volume de dados, a eficiência e a eficácia que o avanço tecnológico demanda, cada vez mais.

Para saber como implantar a tecnologia de Smart buildings no seu negócio, entre em contato e fale com um de nossos especialistas!

Como a Internet das Coisas tem afetado a gestão patrimonial

Tornar as edificações mais inteligentes é a melhor forma de fazer a gestão dos ativos ser mais eficiente. E a Internet das Coisas, combinada com o Big Data, é um aliado importante nesse processo

Visões futuristas de objetos que se comunicam já são, hoje, uma realidade. Embora sejam um pouco menos lúdicas do que suas representações virtuais, o fato é que as ações que usam a internet das coisas têm se tornado cada vez mais comuns.

No universo da gestão patrimonial, a internet das coisas permite que todos os aspectos de um ambiente sejam monitorados. Em termos de controle, isso é um avanço e tanto: afinal, traz ganhos importantes de eficiência e, consequentemente, redução significativa de perdas.

Isso é possível porque a tecnologia tem mudado a eficiência operacional, energética e ocupacional de edificações e afetado, assim, o comportamento dos usuários. “A internet das coisas é um conceito cada vez mais usado por gestores de diferentes áreas em empresas de todos os tipos”, explica Marciel Berto, gerente da Business Unit de IoT da MAGNASISTEMAS. “No segmento patrimonial, é bastante útil para os responsáveis por facilities e para os controllers que administram as finanças.”

Na área de facilities, a tecnologia pode ajudar o administrador a cuidar da disponibilidade dos ativos patrimoniais de forma mais efetiva. Assim, ele pode garantir, por exemplo, que o elevador esteja funcionando, que a limpeza dos ambientes seja feita e que o uso do espaço seja otimizado, entre outros.

Paralelamente, o controller tem acesso a dados que facilitam sua função de manter o aspecto financeiro sob controle. Isso é possível por meio de informações sobre os contratos mantidos pela empresa, como os de limpeza, manutenção e segurança, por exemplo.

Internet das coisas e as tomadas de decisão

Na tentativa de otimizar a ocupação e a operação dos edifícios, o uso de sensores tem se intensificado. Esses dispositivos fazem a coleta de dados que, depois, podem ser analisados ​​e utilizados para tornar o uso da infraestrutura mais eficiente e fácil.

Estratégias de Big Data permitem fazer o tratamento das informações e, então, oferecer dados para que os gestores atuem. A internet das coisas é, portanto, uma das formas mais tecnológicas de fundamentar as tomadas de decisão. “Tudo acontece a partir de informações captados por sensores que se tornam um imenso banco de dados e, depois, são transformados em insights”, ressalta Berto.

Um shopping center pode ser um exemplo. O uso de um mapa de calor permite saber quantos clientes entram em uma loja e em quais horários essa ocorrência é maior. Esses dados podem representar uma oportunidade de negócios e é preciso compreendê-los para aproveitá-la da melhor forma.

Com as informações corretas, a loja pode melhorar sua eficiência energética, por exemplo. Afinal, é possível saber quando é necessário ligar o ar-condicionado e as luzes para oferecer um melhor atendimento aos consumidores ou quando eles podem ser mantidos desligados para que o uso dos recursos seja mais racional.

É aí que entra a expertise da Magna Sistemas: uma vez que os sensores estejam instalados, é possível receber os dados e transformá-los em informação com valor real. E qual a importância disso? “Quanto maior, mais complexo e mais caro é um ativo, melhor se deve cuidar da sua manutenção”, diz Berto.

Espaços de escritório e tecnologia

Atualmente, a otimização do uso dos espaços tornou-se comum nas empresas. O estilo de vida, bastante influenciado pela tecnologia, faz com que haja muitas possibilidades — e que uma gestão de ativos eficaz seja uma necessidade.

Isso, porque o colaborador nem sempre precisa ter um ponto de trabalho fixo, já que pode exercer suas atividades de qualquer lugar. Fator que representa economia de espaço e otimização de tempo, mas é preciso fazer um controle efetivo que garanta a eficiência de uso.

Por exemplo, ao chegar à empresa, cada profissional pode fazer seu check-in de entrada no prédio ou instalação. A partir disso, o colaborador pode consultar através de um sistema as posições disponíveis e, assim, saber qual local físico pode ser usado e por quanto tempo. Tendo um sensor de presença embaixo das estações de trabalho e/ou das mesas de salas de reunião, os dados podem ser captados em tempo real, permitindo que, ao chegar ao local, o colaborador possa encontrar um lugar desocupado e iniciar suas atividades.

De forma geral, a internet das coisas é capaz de transformar a gestão de ativos no segmento patrimonial muito mais eficiente e proveitosa. “Esse é um valor agregado importante nos dias de hoje, em que a eficiência é constantemente buscada. Com a Internet das Coisas, as tomadas de decisão são mais adequadas”, completa Berto.

Quer saber mais sobre esse e outros temas ligados a tecnologia? Continue com a gente aqui no blog da Magna Sistemas e descubra outras possibilidades nesse universo.

Especialista fala sobre o futuro da Internet das Coisas

Segundo Ronaldo Marques, Líder de Desenvolvimento de Negócios de Canais da IBM do Brasil, o futuro dos negócios será drasticamente alterado assim que a Inteligência Cognitiva estiver conectada às coisas

Sabemos que o potencial disruptivo da Internet das Coisas (ou IoT, na sigla em inglês) é imenso. Em textos anteriores publicados no Blog da Magna, mostramos como este conjunto de tecnologias pode ajudar na gestão de ativos públicos e na gestão patrimonial, inclusive com exemplos de projetos do tipo já rodando e dando resultados no Brasil.

Essa capacidade é ainda mais ampla quando a Inteligência Cognitiva, cujo maior expoente é o Watson da IBM, entra na equação. Imagine sistemas inteiramente conectados por meio de sensores e que, se valendo dos dados coletados, são capazes de aprender e prever eventos futuros, além de se comunicar de forma cada vez mais natural com os humanos.

Trata-se de uma mudança completa das soluções de tecnologia hoje oferecidas e do próprio modo de se fazer negócios ao imprimir inteligência e cognição em todo e qualquer sistema. Este é o futuro antevisto por Ronaldo Marques, Líder de Desenvolvimento de Negócios de Canais da IBM do Brasil, que concedeu uma entrevista exclusiva para o Blog Magna durante uma visita à MAGNASistemas.

Leia abaixo os melhores momentos da entrevista com o executivo da IBM

Blog da Magna: Por que IoT é um elemento importante para a Transformação Digital das organizações?

Ronaldo Marques: A diferença da onda de desenvolvimento tecnológico anterior para esta com IoT envolvida é que os usuários na ponta não são só empresas. A revolução digital em si é ter cloud, APIs, Inteligência Cognitiva etc, tudo empacotado para oferecer infraestrutura para que o cliente desenvolva a revolução. Um exemplo é o da indústria automobilística, que normalmente só usa 25% da informação que tem sobre cada cliente, não sabe o tipo de preferência por pneu, combustível etc. Diferente de um fato que aconteceu dias atrás, quando entrei em uma rede varejista  e comecei a receber promoções pelo celular. A loja interagiu comigo. Ou seja, quanto mais eu conversar com o cliente, mais vou entender. Já existem tecnologias que suportam isso, a grande diferença é o lado cognitivo. A transformação analítica já fazia parte disso, mas são tecnologias que analisam comportamentos, não tendências, não descobrem o que tem de novo.

Blog: IoT gera uma infinidade de dados que precisam ser bem tratados, o que até aqui tem sido feito com Analytics e BI. Inteligência Cognitiva é o próximo passo? Por quê?

Marques: Não é só isso. O dado em si, estruturado, é uma coisa que as empresas conhecem. O grande diferencial está no dado não-estruturado. Como pegar as informações no WhatsApp ou Facebook? Esses dados são 80%. Se você não trata nem 20% bem, imagina os demais 80%. Isso é muito mais que simplesmente o BI. É identificar comportamentos e descobrir novas oportunidades de negócio. A Inteligência Cognitiva é a possibilidade de trazer essa informação para que alguma entidade consiga extrair essa inteligência e tome ações de forma rápida. Não há mais como levar dois ou três dias para obter uma resposta. Tem que ser em tempo real. Por isso a cloud é importante. Sem ela não tem nada disso. Quando você fala da Revolução 4.0 ou Digital, o pressuposto é que a cadeia de fornecedores esteja dentro desse ecossistema. Sem cloud é impossível. Por isso o Watson é uma API, todo mundo usa.

Blog: Todo mundo usa? Qual o nível de adoção do Watson atualmente?

Marques: Tem uma camada grátis do Watson que muita gente está usando. Ele está em muitos processos em inovação. Um projeto da Whirlpool, por exemplo, queria diminuir o custo de manutenção de algumas lojas que tinham máquinas ociosas. Não havia um serviço que pudesse prever máquinas paradas em determinadas regiões. Eles usaram a tecnologia Cognitiva e IoT para trazer essa informação e tomar ações mais rápidas. Com serviços preventivos e corretivos conseguiram economizar 20% e descobriram outro volume de dados: começaram a vender informações para quem vende sabão. Isso é um novo negócio: a venda de conhecimento. Tem outros N exemplos. A BMW instalou mais de 200 sensores em uma série de veículos totalmente inteligentes, que fornecem informações sobre tudo o que acontece com os carros. Se a bateria está sendo consumido, que tipo de direção o motorista faz etc. Desta forma, a BMW consegue entender o comportamento e recomendar a manutenção no tempo correto de acordo com o perfil daquele consumidor. É um novo tipo de negócio, uma transformação muito grande. A indústria automobilística não vive mais sozinha, inúmeras outras interagem para prestar um novo tipo de serviço. A IBM está nesse ponto, agregar cada vez mais processos para que se possa desenvolver coisas diferentes. Não existe indústria 4.0 sem compartilhar informação.

Blog: A IBM tem uma plataforma de Inteligência Cognitiva para IoT, a IBM Watson IoT Platform. Quais as vantagens dessa solução?

Marques: Cognitivo está em todas as áreas da IBM, temos aplicações em IoT há mais de 30 anos. Mas ser inteligente não quer dizer cognitivo. O Cognitivo permite

adicionar as capacidades que chamamos de preditivas, com o uso de algoritmos avançados de Inteligência Artificial (IA) e machine learning, possibilitando a antecipação de falhas de maneira muito mais inteligente e eficiente; analisa tendências de quando determinado tipo de coisa começa a mudar para melhor ou pior; sabe quanto isso impacta na eficiência operacional. Esse tipo de informação tem um valor muito maior para o negócio das empresas. Vão ser três tipos de companhia no futuro: um que provê experiências, desenvolve e vende como serviço; outro que provê tecnologia; e os provedores de ativos. Esse é o ecossistema do futuro que terá que ser gerenciado de acordo com a estratégia de negócios. Antigamente havia uma cadeia distribuída e descentralizada, hoje ela é muito colaborativa.

Blog: A tecnologia já é usada no Brasil? Algum caso de sucesso que você possa citar?

Marques: Algumas indústrias estão mais avançadas no processo de inovação, o que tem relação com seus próprios modelos de negócio. Os setores financeiro, de telecomunicações e de serviços estão crescendo na adoção de algumas tecnologias que têm a ver com IoT, como blockchain para certificação de processos e confiança da origem, por exemplo. Estas tecnologias também estão fortes no agronegócio, gestão de pessoas, saúde e no processo de eficiência operacional, em que a Magna possui excelência. Um dos usos interessantes é a gestão da saúde de idosos. Temos parceiros fazendo monitoração de batimentos cardíacos, pressão arterial, quedas, movimento.

Blog: E como tem sido a parceria com a MAGNASistemas? Quais os diferenciais da companhia?

Marques: É uma parceria de mais de 15 anos. A Magna é um dos maiores integradores IBM no Brasil. Não há nenhum tipo de solução da IBM que a Magna não integre. É uma parceria extremamente estratégica e que já ganhou vários prêmios. A empresa é pioneira em cidades inteligentes, está por trás dos maiores projetos no Brasil. Eu diria que a IBM fornece muitos recursos de certificação, e a Magna certifica muita gente. É um dos maiores  parceiros da IBM na América Latina.

Blog: As duas empresas já comercializam soluções de IoT Cognitivo no Brasil?

Marques: Na prefeitura de São Paulo a Magna está fazendo toda a gestão de zeladoria e do Centro de Despacho da CET, que gerencia o tráfego na cidade. É um projeto de dois anos. O roadmap de desenvolvimento é muito grande. Vamos iniciar uma fase de zeladoria de todos os ativos de trânsito na cidade de SP, sinalização vertical e horizontal, de pista etc. Tudo gerenciado pela mesma solução. Vamos ainda gerir todas as árvores, aí entra IoT, cognitivo e predição. Se ventar demais a gente vai saber as árvores que inclinaram. A IBM adquiriu a Weather Company, e a ideia é trazer predição de chuvas para dentro da solução, fazendo a gestão de árvores e da defesa civil. Isso começou em 2016, havia um projeto chamado Chuva de Verão que incluía bombeiros, CET, defesa civil e zeladoria. Eles olhavam para a solução e sabiam quem acionar quando caia uma árvore, ou em um evento de alagamento, inundação etc. Isso vai ser expandido para a cidade de São Paulo, trazendo indicadores para o prefeito.

Blog: E para onde caminha a parceria?

Marques: O foco da IBM é ampliar cada vez mais soluções cognitivas e de IoT em mercados com potencial e que precisamos desenvolver, como facilities, gestão de espaços e pessoas. A Magna tem no portfólio todas as verticais da IBM, e quando falamos de soluções para cidades inteligentes, não é só Inteligência Cognitiva, há uma série de artefatos que compõe uma solução única. Estamos 100% dentro da estratégia da Magna para o futuro.

Como a internet das coisas pode ajudar na gestão de ativos públicos

Cuidar das estruturas das cidades é uma necessidade. Afinal, o poder público deve garantir o conforto dos cidadãos e a eficiência dos serviços

 

Assim como a gestão patrimonial tem sido uma preocupação recorrente para as empresas, cuidar dos ativos públicos de infraestrutura de uma cidade tem um valor inestimável. Afinal, nas cidades, é fundamental que o poder público garanta o conforto dos cidadãos – residentes ou não – por meio da zeladoria adequada dos espaços.

Um dos aspectos mais importantes nesse cenário é o planejamento. “Basta lembrar que tudo pode ser considerado como ativo (pessoas, objetos e estruturas, por exemplo) e que acompanhá-lo permite que se ofereçam serviços mais adequados”, avalia Marciel Berto, Gerente de IoT da MAGNASISTEMAS.

Zelando os recursos das cidades

Em grandes cidades do Brasil, as chuvas de verão são abundantes com manifestações climáticas intensas que provocam acidentes naturais com frequência, tais como alagamentos, desabamentos, queda de árvores etc.

Para evitar maiores consequências, é crucial que as prefeituras tenham operações de zeladoria da cidade que permitam desde o recebimento das demandas pelo cidadão, como solicitações de poda de árvore, limpeza de bueiro, etc, até a conclusão do serviço em campo.

No caso de árvores, por exemplo, é essencial ficar atento para mantê-las sempre saudáveis e a tecnologia da internet das coisas pode ser usada para isso de forma eficiente. A implantação de sensores permite coletar dados que ajudam a saber mais sobre suas condições físicas: se sua umidade tem sido suficiente ou se seu grau de inclinação pode ser considerado preocupante, por exemplo.

Assim, o município pode intervir na gestão dos ativos públicos sempre que houver necessidade. Isso ajuda a reduzir custos e a manter um padrão na manutenção, de forma que se antecipem possíveis incidentes e se evite a necessidade de ações corretivas (que são mais caras e invasivas que as preventivas).

Acompanhamento de ocorrências na infraestrutura

Nas cidades, outro aspecto que requer monitoramento constante são os equipamentos de infraestrutura urbana, como ruas, pontes e viadutos. “Qualquer interferência neles afeta diretamente o cidadão”, diz Berto. “Por isso, é importante que haja um acompanhamento continuado da carga e do tráfego a que ele é submetido.”

Assim como nas árvores, podem-se inserir sensores nessas estruturas para observar possíveis alterações. “Depois, com o auxílio do Big Data, os responsáveis têm acesso a dados que permitem que tomem decisões em relação a esses aspectos, diminuindo a ocorrência de transtornos para o usuário.”

Uma das infraestruturas mais complexas de uma cidade é sua rede de sistemas hidráulicos. Estudos demonstram que há perdas importantes ao longo da cadeia de canos que abastecem a população.

Com um sistema de gestão de ativos que use as possibilidades da internet das coisas, é possível mapear toda a rede e tornar os medidores mais inteligentes. Assim, eles podem passar a oferecer informações em tempo real. “Dessa forma, pode-se identificar um vazamento em minutos”, conta o gerente.

É exatamente isso que a MAGNASISTEMAS faz: converter os dados coletados por sensores implantados em diferentes tipos de estrutura em informações de alto valor agregado. Assim, os gestores podem tomar decisões mais adequadas, já que têm dados reais correlacionado como base. “Antes, as informações eram incluídas pelos profissionais e especialistas da área. Agora, são os próprios ativos que fornecem esses dados.”

Dessa forma, a solução sempre leva a resultados positivos, já que beneficia tanto a administração pública (que, além de reduzir custos, ganha eficiência na gestão) quanto o cidadão. “O gerenciamento eficaz dos ativos é uma tendência e uma necessidade em todos os setores”, completa Berto.

Aqui no blog da Magna Sistemas você encontra muitas novidades na área de tecnologia. Aproveite a visita e descubra outros temas de seu interesse!