Smart Buildings: Economia, eficácia e segurança

 

Conheça os pilares dos Prédios Inteligentes e suas inovações para a gestão do patrimônio imobiliário

Nos últimos anos, diversas tecnologias têm entrado no mercado com força total para trazer soluções e beneficiar pessoas, lugares e o meio ambiente.

Segundo um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado em 2007, os edifícios são responsáveis por cerca de 30% das emissões de gases que provocam o aquecimento global. Nas grandes metrópoles, a população chega a passar mais de 80% de seu tempo dentro de prédios. Sem contar o custo com a manutenção de edifícios que também costuma ser o segundo maior dentro de uma empresa. A lista mal começou e já é possível ver porque os Smart Buildings chegaram para ficar.

Prédios inteligentes são construções que utilizam recursos tecnológicos para serem mais independentes e sustentáveis, contando com a automatização de funções e segurança com tecnologia de ponta. Estes processos geram economia desde o início do projeto de engenharia até a fase final de abastecimento de serviços.

Estes recursos suportam a criação de uma rede de gerenciamento para análises sistematizadas dos imóveis, sejam eles: próprios, em processo de aquisição, de construção ou locados.

A gestão é dividida em seis frentes:

  • Gerenciamento de locações e contratos
  • Gerenciamento de projetos
  • Gerenciamento de espaço
  • Gerenciamento de operação
  • Gerenciamento ambiental
  • Aplicação das funcionalidades – Integração

Estas tecnologias viabilizam diversos tipos de upgrades, que além de diminuir custos melhoram a experiência no ambiente.

Integrando a planta baixa CAD a este sistema, pode-se analisar visualmente a demanda e a disponibilidade de espaço, medir e relatar os custos de ocupação, movimentação e serviços. Analistas e gestores podem reduzir a quantidade de espaço vago, prevendo e entregando requerimentos para suportar os objetivos dos negócios.

Através de um centro de controle integrado, informações são coletadas por sensores IoT e assim é possível definir limiares e alertas de consumo de energia, reduzindo o uso. O descarte adequado de lixo e a emissão de gases de efeito estufa também podem ser controlados facilmente através deste sistema de gerenciamento.

Adaptar-se e atualizar sistemas é de longe a melhor opção para que gestores e empresários possam ser flexíveis e continuem a sustentar uma estrutura que suporte o volume de dados, a eficiência e a eficácia que o avanço tecnológico demanda, cada vez mais.

Para saber como implantar a tecnologia de Smart buildings no seu negócio, entre em contato e fale com um de nossos especialistas!

LGPD – Lei geral de proteção de dados

O que fazer, passo a passo e as soluções de TI para adequar-se às novas exigências legais. Sua empresa está preparada?

O avanço das tecnologias e do acesso a informação vem moldando não só a rotina e o modo de vida das pessoas, mas também seus direitos e deveres perante a sociedade. A vida online já é uma realidade paralela que está angariando regras e leis assim como na vida offline, para regular condutas e prezar pela moral no mundo digital.

Assim sendo, em 2020 entra em vigor a Lei Geral de Proteção aos Dados, Lei 13.709/18, que determina uma série de obrigações no que diz respeito à coleta, uso e garantia de integridade dos dados pessoais de um indivíduo. Estes dados incluem até mesmo informações como crenças religiosas, posicionamentos políticos, características físicas, condições de saúde e vida sexual. Empresas de todo porte ou área de atuação que detenham informações de pessoas, inclusive órgãos públicos, sentirão grande impacto.

A LGPD vale para empresas com sede no Brasil ou em qualquer outro país, desde que a coleta de dados seja feita em território brasileiro. Será permitida a transferência de dados para uma filial ou sede internacional sob a condição de que o país de destino também tenha leis ou mecanismos de proteção de dados equivalentes aos que são exigidos no Brasil. As empresas que não se adequarem a nova lei terão de enfrentar diversas implicações legais, correndo risco de comprometer sua imagem e ter de arcar com prejuízos financeiros. Se comprovada a infração, a empresa poderá receber:

• Multa simples e diária, num valor equivalente a 2% do faturamento, respeitado o limite máximo de R$ 50 milhões;

• Bloqueio de dados pessoais relativos à infração até a devida regularização;

• Suspensão total ou parcial das atividades ligadas ao tratamento de dados;

• Advertência com prazo para adoção de medidas corretivas;

• Publicação da infração;

• Eliminação dos dados pessoais relativos à infração.

É um grande desafio para os negócios ajustar-se à LGPD, pois demanda etapas que envolvem conhecimento técnico e ferramentas não desenvolvidas para diversos departamentos.

Quer facilitar a adequação da sua empresa de acordo com a LGPD? Fale com um de nossos especialistas!

Centro de Controle Inteligente – Solução para Smart Cities

É evidente a importância da tecnologia para criar cidades mais inteligentes e enraizar qualidade de vida em diversos níveis para cidadãos e gestores públicos.

Em um cenário onde faltam informações qualificadas, ações preventivas e decisões assertivas, uma gestão urbana que cumpre prazos e demandas com menos custos e mais benefícios através de recursos públicos bem administrados até parece um sonho, mas não é!

O Centro de Controle Inteligente (CCI) é uma solução online baseada em plataforma de software IBM que integra gestão, análise e monitoramento, operando ações mais eficientes de forma extremamente segura. Utilizando tecnologia de ponta, o gestor recebe informações de imagem, áudio e dados operacionais em tempo real, garantindo a detecção de riscos para ações preventivas, corretivas, coordenadas e proativas.

O CCI pode ser implantado para otimizar a gestão de diversos serviços públicos (e privados): segurança, transporte, trânsito, zeladoria urbana, águas, energia, portos, aeroportos, defesa civil, rodovias e fiscalização.

Este sistema é customizado em quatro módulos que definem processos e operações:

  • Zeladoria – Gestão de ativos, gerenciamento de recursos, gestão de serviços, ações preventivas e gestão de ocorrência;
  • Monitoramento e análise em tempo real – Monitoramento da operação, detecção de riscos e sala de crise virtual;
  • Operação e resposta – Colaboração, execução e monitoramento de processos, ações corretivas e procedimentos operacionais (SOP);
  • Gestão Inteligente – Análise de indicadores, painel executivo, análise histórica e análise de riscos.

Interconectando e instrumentando processos que antes eram feitos manualmente, o CCI aumenta o acesso e a visibilidade de informações em uma plataforma única tanto para gestores quanto para cidadãos, que também podem monitorar e acompanhar o dia-a-dia da cidade.

Quer saber como articular a cadeia governamental para gerar mais qualidade de vida com menos custos e mais eficiência e segurança? Entre em contato com nossos especialistas!

Zeladoria Urbana e Smart Cities

Como utilizar a tecnologia para o bem da sociedade, criando cidades cada vez mais inteligentes e aproximando a gestão pública e os cidadãos.

Já dizia o ditado: “tudo que existe no micro, existe no macro”. Para o perfeito e harmônico funcionamento de uma casa, o cuidado diário é imprescindível. O mesmo se aplica porta afora: nos bairros, nos municípios e nas cidades. A Zeladoria Urbana tem como foco avaliar, gerenciar e realizar serviços de conservação, manutenção e revitalização das localidades urbanas. Mas como anda este cuidado?

No atual cenário o monitoramento urbano é impreciso. Informações coletadas não são confiáveis, pois não possuem controle e acompanhamento. Sem informações confiáveis as decisões se tornam subjetivas. Faltam ações preventivas e há ausência de procedimentos operacionais. É comum trafegar por vias esburacadas ou se deparar com a queda de árvores por falta de poda e manutenção. As equipes de trabalho são pouco colaborativas e motivadas. A maioria já se acostumou com o lixo espalhado pelas ruas, lixo que com as chuvas se torna detrito nos córregos. Falta integração entre as agências e os sistemas. A taxa de retorno é baixa e o gasto financeiro alto, sem contar o tempo desperdiçado. São muitas arestas para aparar e pontas soltas.

Em um mundo ideal, com cidades mais instrumentadas, interconectadas e inteligentes, o compartilhamento das informações em tempo real possibilitaria uma predição de eventos assertiva. Atendentes virtuais, canais de acesso para os moradores, dados do sistema da Prefeitura integrados e acessíveis despertariam cidadãos engajados. O controle de ar e o uso de energias renováveis trariam mais qualidade de vida. A manutenção preventiva de ativos de sinalização, o monitoramento e otimização dos recursos através de painéis gerariam mais benefícios e mais informações em tráfego. Resultando na administração dos recursos públicos com excelência.

Como transformar o mundo ideal em um mundo real?

Através da Zeladoria Urbana e das cidades inteligentes. Segundo a União Européia, Smart Cities são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida. Utilizando tecnologia de ponta, a plataforma única de gestão da zeladoria, é uma solução confiável que conecta provedores de serviço, instituição e cidadão, integrando e gerando visibilidade dos processos.

Zelar pelo bem da cidade cria um terreno fértil para conceber cidadãos mais ativos e colaborativos, suscitando mais respeito com as áreas públicas e melhorando o relacionamento com os gestores.

Quer saber como implantar uma gestão publica otimizada em sistemas integrados que centralizam, monitoram e gerenciam num único painel? Entre em contato com os nossos especialistas!

Zeladoria Urbana: o processo-chave para a implantação de uma cidade inteligente

Descubra os desafios e as vantagens de se implementar tecnologias de Smart Cities para a zeladoria urbana das cidades

Em síntese, é o cuidado para manter tudo funcionando: desde tampar algum buraco na rua até a administração dos recursos a serem destinados aos órgãos públicos locais, por exemplo.

Os desafios da Zeladoria Pública

Se controlar uma casa é complicado, já dá para imaginar que gerenciar uma cidade inteira é uma tarefa cheia de desafios. Afinal de contas, estão em jogo, ações como:

• Definir o que é prioridade na manutenção da cidade;
• Estabelecer onde e como os recursos financeiros serão aplicados;
• Organizar a participação dos moradores, avaliando suas reinvindicações de forma efetiva;
• Integrar os dados fornecidos por diferentes fontes e equipes, de Quem já experimentou cuidar de uma casa sabe que sempre há alguma coisa a se fazer: organizar as contas, pagar os boletos, fazer pequenos reparos, abastecer a despensa…

Enfim: gerenciar um lar é um desafio e tanto.

Agora, imagine administrar uma cidade, com milhares – ou milhões – de habitantes, ruas, árvores, contratos, serviços etc. Parece impossível organizar e controlar tudo?

Mas não é bem esse o caso, se a cidade contar com uma boa estrutura de Zeladoria Urbana.

O que é Zeladoria Urbana, afinal?

Indo direto ao ponto, a Zeladoria Urbana é o serviço de gerenciar, avaliar e realizar os serviços necessários para a administração da cidade. Normalmente, estes serviços são divididos por regiões – sobretudo nos centros urbanos de grande porte -, como ferramentas que se integram à gestão local completa.

As ações podem ir de pequenos reparos e manutenções preventivas até a análise efetiva de soluções mais complexas, que avaliam toda a rotina da cidade.

Em síntese, é o cuidado para manter tudo funcionando: desde tampar algum buraco na rua até a administração dos recursos a serem destinados aos órgãos públicos locais, por exemplo.

Os desafios da Zeladoria Pública

Se controlar uma casa é complicado, já dá para imaginar que gerenciar uma cidade inteira é uma tarefa cheia de desafios. Afinal de contas, estão em jogo, ações como:

  • Definir o que é prioridade na manutenção da cidade;
  • Estabelecer onde e como os recursos financeiros serão aplicados;
  • Organizar a participação dos moradores, avaliando suas reivindicações de forma efetiva;
  • Integrar os dados fornecidos por diferentes fontes e equipes, de uma forma que permita o real monitoramento do ambiente;
  • Garantir que todos os dados e recursos sejam administrados com segurança, confiabilidade e eficiência.

Os desafios da Zeladoria Urbana, portanto, influem diretamente no andamento da cidade. Um processo de administração com falhas pode levar ao desperdício de dinheiro público, lentidão ao atendimento da população e o agravamento de problemas no funcionamento dos serviços aos cidadãos.

Zeladoria Urbana e as Cidades Inteligentes

Com as cidades cada vez maiores e mais complexas, é essencial que a administração pública conte com uma política de zeladoria urbana contínua, eficiente, eficaz e transparente.

Ao adotar os processos de Zeladoria, as cidades ganham condições para a redução de custos orçamentários, além de simplificar a gestão e manutenção dos ativos do município.

Mas é fato que os desafios para a integração e organização desses ambientes continuam existindo – e é aí, no caso, que a aplicação de novas tecnologias tem tudo para fazer a
diferença.

A implementação de tecnologias de Smart Cities para a zeladoria pública da cidade permite que os gestores, prefeitos e conselhos construam Cidades Inteligentes verdadeiramente à disposição dos cidadãos. Com esses recursos, a administração pública pode realizar diversas ações de monitoramento, por meio de um Centro de Controle Inteligente (CCI), que integre todos os principais serviços locais.

Alguns dos pontos otimizados pelo CCI na zeladoria pública da cidade são:

  • Controle e utilização dos ativos urbanos
  • Qualidade de serviços
  • Processo orçamentário
  • Avaliação dos provedores externos, de níveis de serviços, atividades da zeladoria da cidade, entre outros
  • Transparência e o relacionamento com o cidadão
  • Compartilhamento de informações entre os diferentes atores envolvidos como gestores da cidade, provedores de serviço e cidadão
  • Visibilidade de todos os processos da zeladoria na cidade
  • Inteligência e feedback imediato sobre a captura da demanda e prazo de execução

Por exemplo: é possível instalar chip de identificação de árvore, qualidade do ar, padrões de tráfego, falhas de iluminação, vazamento de água e muito mais, garantindo maior eficiência estratégica e a melhor aplicação dos investimentos.

Quais são as Tecnologias para a Zeladoria Urbana?

O avanço da TI no mundo atual está em todos os lugares. Tecnologias emergentes como automação, aprendizado de máquina e Internet das Coisas (IoT), por exemplo, estão ganhando espaço e já podem ser usadas para a criação das cidades inteligentes.

Essas ferramentas podem ajudar a integrar recursos já existentes, ligando estruturas legadas a uma nova Era da Informação. Entre as opções, podemos destacar:

  • Monitoramento de câmeras de segurança, identificando áreas mais vulneráveis da cidade;
  • Acompanhamento do trânsito nas vias, com acompanhamento em tempo real de acidentes ou bloqueios;
  • Identificação de falhas de iluminação, coleta de lixo ou surgimento de buracos nas calçadas e ruas;
  • Avaliação ativa dos sistemas de saneamento básico;
  • Acompanhamento do sistema de transporte.

Existem centenas de opções para melhorar a Zeladoria Urbana, com o acompanhamento diário da cidade, e a melhoria prática dos serviços e condições oferecidas aos cidadãos.

As Cidades Inteligentes estão crescendo e as oportunidades surgindo a cada dia.

 

Pronto para saber mais sobre as novidades das Smart Cities? Para ficar por dentro de tudo que acontece nas cidades inteligentes, acompanhe o blog da MAGNA SISTEMAS

Como a Internet das Coisas tem afetado a gestão patrimonial

Tornar as edificações mais inteligentes é a melhor forma de fazer a gestão dos ativos ser mais eficiente. E a Internet das Coisas, combinada com o Big Data, é um aliado importante nesse processo

Visões futuristas de objetos que se comunicam já são, hoje, uma realidade. Embora sejam um pouco menos lúdicas do que suas representações virtuais, o fato é que as ações que usam a internet das coisas têm se tornado cada vez mais comuns.

No universo da gestão patrimonial, a internet das coisas permite que todos os aspectos de um ambiente sejam monitorados. Em termos de controle, isso é um avanço e tanto: afinal, traz ganhos importantes de eficiência e, consequentemente, redução significativa de perdas.

Isso é possível porque a tecnologia tem mudado a eficiência operacional, energética e ocupacional de edificações e afetado, assim, o comportamento dos usuários. “A internet das coisas é um conceito cada vez mais usado por gestores de diferentes áreas em empresas de todos os tipos”, explica Marciel Berto, gerente da Business Unit de IoT da MAGNASISTEMAS. “No segmento patrimonial, é bastante útil para os responsáveis por facilities e para os controllers que administram as finanças.”

Na área de facilities, a tecnologia pode ajudar o administrador a cuidar da disponibilidade dos ativos patrimoniais de forma mais efetiva. Assim, ele pode garantir, por exemplo, que o elevador esteja funcionando, que a limpeza dos ambientes seja feita e que o uso do espaço seja otimizado, entre outros.

Paralelamente, o controller tem acesso a dados que facilitam sua função de manter o aspecto financeiro sob controle. Isso é possível por meio de informações sobre os contratos mantidos pela empresa, como os de limpeza, manutenção e segurança, por exemplo.

Internet das coisas e as tomadas de decisão

Na tentativa de otimizar a ocupação e a operação dos edifícios, o uso de sensores tem se intensificado. Esses dispositivos fazem a coleta de dados que, depois, podem ser analisados ​​e utilizados para tornar o uso da infraestrutura mais eficiente e fácil.

Estratégias de Big Data permitem fazer o tratamento das informações e, então, oferecer dados para que os gestores atuem. A internet das coisas é, portanto, uma das formas mais tecnológicas de fundamentar as tomadas de decisão. “Tudo acontece a partir de informações captados por sensores que se tornam um imenso banco de dados e, depois, são transformados em insights”, ressalta Berto.

Um shopping center pode ser um exemplo. O uso de um mapa de calor permite saber quantos clientes entram em uma loja e em quais horários essa ocorrência é maior. Esses dados podem representar uma oportunidade de negócios e é preciso compreendê-los para aproveitá-la da melhor forma.

Com as informações corretas, a loja pode melhorar sua eficiência energética, por exemplo. Afinal, é possível saber quando é necessário ligar o ar-condicionado e as luzes para oferecer um melhor atendimento aos consumidores ou quando eles podem ser mantidos desligados para que o uso dos recursos seja mais racional.

É aí que entra a expertise da Magna Sistemas: uma vez que os sensores estejam instalados, é possível receber os dados e transformá-los em informação com valor real. E qual a importância disso? “Quanto maior, mais complexo e mais caro é um ativo, melhor se deve cuidar da sua manutenção”, diz Berto.

Espaços de escritório e tecnologia

Atualmente, a otimização do uso dos espaços tornou-se comum nas empresas. O estilo de vida, bastante influenciado pela tecnologia, faz com que haja muitas possibilidades — e que uma gestão de ativos eficaz seja uma necessidade.

Isso, porque o colaborador nem sempre precisa ter um ponto de trabalho fixo, já que pode exercer suas atividades de qualquer lugar. Fator que representa economia de espaço e otimização de tempo, mas é preciso fazer um controle efetivo que garanta a eficiência de uso.

Por exemplo, ao chegar à empresa, cada profissional pode fazer seu check-in de entrada no prédio ou instalação. A partir disso, o colaborador pode consultar através de um sistema as posições disponíveis e, assim, saber qual local físico pode ser usado e por quanto tempo. Tendo um sensor de presença embaixo das estações de trabalho e/ou das mesas de salas de reunião, os dados podem ser captados em tempo real, permitindo que, ao chegar ao local, o colaborador possa encontrar um lugar desocupado e iniciar suas atividades.

De forma geral, a internet das coisas é capaz de transformar a gestão de ativos no segmento patrimonial muito mais eficiente e proveitosa. “Esse é um valor agregado importante nos dias de hoje, em que a eficiência é constantemente buscada. Com a Internet das Coisas, as tomadas de decisão são mais adequadas”, completa Berto.

Quer saber mais sobre esse e outros temas ligados a tecnologia? Continue com a gente aqui no blog da Magna Sistemas e descubra outras possibilidades nesse universo.

Especialista fala sobre o futuro da Internet das Coisas

Segundo Ronaldo Marques, Líder de Desenvolvimento de Negócios de Canais da IBM do Brasil, o futuro dos negócios será drasticamente alterado assim que a Inteligência Cognitiva estiver conectada às coisas

Sabemos que o potencial disruptivo da Internet das Coisas (ou IoT, na sigla em inglês) é imenso. Em textos anteriores publicados no Blog da Magna, mostramos como este conjunto de tecnologias pode ajudar na gestão de ativos públicos e na gestão patrimonial, inclusive com exemplos de projetos do tipo já rodando e dando resultados no Brasil.

Essa capacidade é ainda mais ampla quando a Inteligência Cognitiva, cujo maior expoente é o Watson da IBM, entra na equação. Imagine sistemas inteiramente conectados por meio de sensores e que, se valendo dos dados coletados, são capazes de aprender e prever eventos futuros, além de se comunicar de forma cada vez mais natural com os humanos.

Trata-se de uma mudança completa das soluções de tecnologia hoje oferecidas e do próprio modo de se fazer negócios ao imprimir inteligência e cognição em todo e qualquer sistema. Este é o futuro antevisto por Ronaldo Marques, Líder de Desenvolvimento de Negócios de Canais da IBM do Brasil, que concedeu uma entrevista exclusiva para o Blog Magna durante uma visita à MAGNASistemas.

Leia abaixo os melhores momentos da entrevista com o executivo da IBM

Blog da Magna: Por que IoT é um elemento importante para a Transformação Digital das organizações?

Ronaldo Marques: A diferença da onda de desenvolvimento tecnológico anterior para esta com IoT envolvida é que os usuários na ponta não são só empresas. A revolução digital em si é ter cloud, APIs, Inteligência Cognitiva etc, tudo empacotado para oferecer infraestrutura para que o cliente desenvolva a revolução. Um exemplo é o da indústria automobilística, que normalmente só usa 25% da informação que tem sobre cada cliente, não sabe o tipo de preferência por pneu, combustível etc. Diferente de um fato que aconteceu dias atrás, quando entrei em uma rede varejista  e comecei a receber promoções pelo celular. A loja interagiu comigo. Ou seja, quanto mais eu conversar com o cliente, mais vou entender. Já existem tecnologias que suportam isso, a grande diferença é o lado cognitivo. A transformação analítica já fazia parte disso, mas são tecnologias que analisam comportamentos, não tendências, não descobrem o que tem de novo.

Blog: IoT gera uma infinidade de dados que precisam ser bem tratados, o que até aqui tem sido feito com Analytics e BI. Inteligência Cognitiva é o próximo passo? Por quê?

Marques: Não é só isso. O dado em si, estruturado, é uma coisa que as empresas conhecem. O grande diferencial está no dado não-estruturado. Como pegar as informações no WhatsApp ou Facebook? Esses dados são 80%. Se você não trata nem 20% bem, imagina os demais 80%. Isso é muito mais que simplesmente o BI. É identificar comportamentos e descobrir novas oportunidades de negócio. A Inteligência Cognitiva é a possibilidade de trazer essa informação para que alguma entidade consiga extrair essa inteligência e tome ações de forma rápida. Não há mais como levar dois ou três dias para obter uma resposta. Tem que ser em tempo real. Por isso a cloud é importante. Sem ela não tem nada disso. Quando você fala da Revolução 4.0 ou Digital, o pressuposto é que a cadeia de fornecedores esteja dentro desse ecossistema. Sem cloud é impossível. Por isso o Watson é uma API, todo mundo usa.

Blog: Todo mundo usa? Qual o nível de adoção do Watson atualmente?

Marques: Tem uma camada grátis do Watson que muita gente está usando. Ele está em muitos processos em inovação. Um projeto da Whirlpool, por exemplo, queria diminuir o custo de manutenção de algumas lojas que tinham máquinas ociosas. Não havia um serviço que pudesse prever máquinas paradas em determinadas regiões. Eles usaram a tecnologia Cognitiva e IoT para trazer essa informação e tomar ações mais rápidas. Com serviços preventivos e corretivos conseguiram economizar 20% e descobriram outro volume de dados: começaram a vender informações para quem vende sabão. Isso é um novo negócio: a venda de conhecimento. Tem outros N exemplos. A BMW instalou mais de 200 sensores em uma série de veículos totalmente inteligentes, que fornecem informações sobre tudo o que acontece com os carros. Se a bateria está sendo consumido, que tipo de direção o motorista faz etc. Desta forma, a BMW consegue entender o comportamento e recomendar a manutenção no tempo correto de acordo com o perfil daquele consumidor. É um novo tipo de negócio, uma transformação muito grande. A indústria automobilística não vive mais sozinha, inúmeras outras interagem para prestar um novo tipo de serviço. A IBM está nesse ponto, agregar cada vez mais processos para que se possa desenvolver coisas diferentes. Não existe indústria 4.0 sem compartilhar informação.

Blog: A IBM tem uma plataforma de Inteligência Cognitiva para IoT, a IBM Watson IoT Platform. Quais as vantagens dessa solução?

Marques: Cognitivo está em todas as áreas da IBM, temos aplicações em IoT há mais de 30 anos. Mas ser inteligente não quer dizer cognitivo. O Cognitivo permite

adicionar as capacidades que chamamos de preditivas, com o uso de algoritmos avançados de Inteligência Artificial (IA) e machine learning, possibilitando a antecipação de falhas de maneira muito mais inteligente e eficiente; analisa tendências de quando determinado tipo de coisa começa a mudar para melhor ou pior; sabe quanto isso impacta na eficiência operacional. Esse tipo de informação tem um valor muito maior para o negócio das empresas. Vão ser três tipos de companhia no futuro: um que provê experiências, desenvolve e vende como serviço; outro que provê tecnologia; e os provedores de ativos. Esse é o ecossistema do futuro que terá que ser gerenciado de acordo com a estratégia de negócios. Antigamente havia uma cadeia distribuída e descentralizada, hoje ela é muito colaborativa.

Blog: A tecnologia já é usada no Brasil? Algum caso de sucesso que você possa citar?

Marques: Algumas indústrias estão mais avançadas no processo de inovação, o que tem relação com seus próprios modelos de negócio. Os setores financeiro, de telecomunicações e de serviços estão crescendo na adoção de algumas tecnologias que têm a ver com IoT, como blockchain para certificação de processos e confiança da origem, por exemplo. Estas tecnologias também estão fortes no agronegócio, gestão de pessoas, saúde e no processo de eficiência operacional, em que a Magna possui excelência. Um dos usos interessantes é a gestão da saúde de idosos. Temos parceiros fazendo monitoração de batimentos cardíacos, pressão arterial, quedas, movimento.

Blog: E como tem sido a parceria com a MAGNASistemas? Quais os diferenciais da companhia?

Marques: É uma parceria de mais de 15 anos. A Magna é um dos maiores integradores IBM no Brasil. Não há nenhum tipo de solução da IBM que a Magna não integre. É uma parceria extremamente estratégica e que já ganhou vários prêmios. A empresa é pioneira em cidades inteligentes, está por trás dos maiores projetos no Brasil. Eu diria que a IBM fornece muitos recursos de certificação, e a Magna certifica muita gente. É um dos maiores  parceiros da IBM na América Latina.

Blog: As duas empresas já comercializam soluções de IoT Cognitivo no Brasil?

Marques: Na prefeitura de São Paulo a Magna está fazendo toda a gestão de zeladoria e do Centro de Despacho da CET, que gerencia o tráfego na cidade. É um projeto de dois anos. O roadmap de desenvolvimento é muito grande. Vamos iniciar uma fase de zeladoria de todos os ativos de trânsito na cidade de SP, sinalização vertical e horizontal, de pista etc. Tudo gerenciado pela mesma solução. Vamos ainda gerir todas as árvores, aí entra IoT, cognitivo e predição. Se ventar demais a gente vai saber as árvores que inclinaram. A IBM adquiriu a Weather Company, e a ideia é trazer predição de chuvas para dentro da solução, fazendo a gestão de árvores e da defesa civil. Isso começou em 2016, havia um projeto chamado Chuva de Verão que incluía bombeiros, CET, defesa civil e zeladoria. Eles olhavam para a solução e sabiam quem acionar quando caia uma árvore, ou em um evento de alagamento, inundação etc. Isso vai ser expandido para a cidade de São Paulo, trazendo indicadores para o prefeito.

Blog: E para onde caminha a parceria?

Marques: O foco da IBM é ampliar cada vez mais soluções cognitivas e de IoT em mercados com potencial e que precisamos desenvolver, como facilities, gestão de espaços e pessoas. A Magna tem no portfólio todas as verticais da IBM, e quando falamos de soluções para cidades inteligentes, não é só Inteligência Cognitiva, há uma série de artefatos que compõe uma solução única. Estamos 100% dentro da estratégia da Magna para o futuro.

Inteligência artificial e big data são aliados importantes em uma estratégia de negócios

Não importa o tamanho e o segmento de atuação da empresa, inteligência artificial e big data podem trazer dados relevantes para o desenvolvimento de qualquer empresa.

Inteligência é, muitas vezes, um conceito subjetivo! E isso acontece até mesmo no universo tecnológico: inteligência artificial, computação cognitiva e aprendizado de máquina são três formas distintas de incluir esse princípio nos sistemas corporativos.

Com tanta inovação disponível, a grande pergunta que os executivos de negócios se fazem é: qual dessas tecnologias é mais adequada aos objetivos de uma empresa e como ela pode mudar a realidade da companhia? Se não conseguem uma resposta direcionada às suas necessidades, as empresas passam a achar que se trata de algo muito distante de seu cotidiano.

Nesse contexto, é preciso ter em mente que, o que de fato importa, é que problemas de negócios podem ser resolvidos com soluções de Inteligência Artificial e Big Data. “Independentemente de qual estratégia vai ser adotada, é essencial que o cliente saiba que é possível resolver seu problema”, enfatiza Emerson Camilo, gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

Informações em tempo real dão agilidade às tomadas de decisão

Um dos principais aspectos a ser considerado é como os dados serão utilizados, ou seja, em alguns casos, é imperativo que se obtenham informações em tempo real (o monitoramento e a vida de um paciente pode depender disso, por exemplo) enquanto, em outras situações, é necessário ter informações históricas para fazer comparações (para, entre outras ações, acompanhar um quadro clínico em evolução).

O processamento de imagens é uma das áreas que tem tido avanços importantes. A MAGNASISTEMAS tem sido uma das pioneiras nesta área e tem aplicado seu expertise para testar, por exemplo, como melhorar a fluidez nas estradas. Imagine, por exemplo, que as câmeras espalhadas ao longo da pista identifiquem um aumento no fluxo de veículos. Essa informação pode ajudar a determinar quantos pontos de pagamento de pedágio devem estar abertos para evitar congestionamentos. “Se as posições disponíveis forem inferiores ao necessário, é possível abrir outras rapidamente”, sugere Camilo.

O mesmo princípio pode ser usado na gestão de qualquer tipo de fila. “É o caso, entre outros, de supermercados. Assim, quando o gestor observar que as filas nos caixas estão muito grandes — o que deixa o cliente bastante insatisfeito —, ele pode aumentar a quantidade de locais de atendimento.”

Dados históricos podem ser úteis no setor de saúde

E não para por aí: a análise de imagens em alto volume com inteligência artificial pode ser benéfica nas mais variadas áreas. Outro exemplo interessante de uso desse recurso pode ser encontrado na área de saúde. Um hospital tem condição de examinar um banco de dados muito rico e, a partir dele, identificar mutações que apontem um determinado padrão.

Assim, é possível treinar um sistema para que ele reconheça alterações e indique o que elas representam. Quando se deparar com casos semelhantes, a equipe encarregada é, então, capaz de fazer avaliações mais aprofundadas e, a partir da inteligência artificial, tomar decisões mais precisas em relação ao tratamento do paciente.

Isso demonstra que situações diferentes — e sem qualquer relação entre si — em segmentos distintos podem se beneficiar do mesmo tipo de tecnologia. “Tudo depende de qual é a necessidade e de como é desenvolvida a estratégia para satisfazê-la”, diz o gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

A MAGNA SISTEMAS é uma empresa de serviços que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios e no retorno do investimento.

Quer saber como Big Data pode ser útil para a sua empresa? A gente conta!

Independentemente do segmento de atuação e do porte do empreendimento, soluções de big data podem oferecer insights importantes para as estratégias do negócio

Big Data está em todas as mentes atualmente. Muito se fala do assunto e as promessas de resultado parecem ser sempre bastante convincentes, mas a verdade é que poucos realmente entendem como o conceito se aplica à realidade específica de cada empresa. E isso pode levar algumas empresas a acreditarem que soluções de Big Data não servem para seu negócio.

Existem muitos cases apresentados no mercado que são referentes a órgãos governamentais e grandes empresas, o que muitas vezes parece ser uma situação completamente diferente daquela do empreendedor comum. A boa notícia é que Big Data pode, sim, ser adaptado para cenários mais simples e próximos do dia a dia.

Grande aliado dos executivos de negócios, soluções de big data ajudam os profissionais a agregarem valor a seu trabalho. “Em geral, os gestores têm um grande volume de informações à disposição, mas não sabem como potencializar o uso desses dados. Muitas vezes, eles imaginam até que precisam de um sistema completamente novo — e isso nem sempre é verdade”, diz Emerson Camilo, Gerente de Smarter Cities e Big Data da MAGNASISTEMAS.

Segundo Camilo, boa parte dos insights capazes de efetivamente ajudar uma organização a prosperar já está dentro da companhia. Assim, a empresa não precisa de outro sistema: o que de fato pode ajudá-la é compreender como usar as informações que ela já coleta periodicamente e que são subutilizadas.

Como saber se os dados estão prontos para uso ou não?

Muitos gestores sabem que possuem dados e informações relevantes, mas não conseguem extrair valor efetivo para o negócio. “Quando os dados são transformados em insights, soluções de Big Data podem trazer benefício significativos a organização”, explica Camilo.

E quais são esses dados? Em primeiro lugar, é importante saber que as informações podem ser divididas em dois grupos: estruturadas e não estruturadas. Enquanto as estruturadas estão praticamente prontas para serem usadas, as não estruturadas requerem um tratamento para que se tornem úteis de verdade.

Um dos exemplos mais tradicionais de dados estruturados são as planilhas de Excel. As informações estão ali, dispostas em linhas e colunas, e recuperá-las é simples e rápido. Isso não é um demérito: esses dados são extremamente úteis para as empresas. Dificilmente, porém, ajudam a obter insights importantes até porque já tiveram algum tipo de tratamento para serem compiladas.

Na categoria não estruturada, por outro lado, as informações não têm formato específico, mas são carregadas de conteúdo diferenciado. Esses são os dados mais importantes quando se está em busca de inspiração para as tomadas de decisão que envolvem as estratégias de negócios.

Qual a importância da qualidade dos dados?

É comum que as organizações tenham canais nas redes sociais e recebam muita informação por eles. E o que, afinal, esse conteúdo representa? O que uma determinada quantidade de seguidores representa? Os posts publicados dão visibilidade positiva ou negativa à companhia? Quais regiões o conteúdo produzido pela organização atinge?

Para que seja efetivo, soluções de Big Data tem como base três Vs: Volume, Variedade e Velocidade. Isso, porque é necessário que haja uma quantidade significativa de informação para que seja possível obter padrões. Ao mesmo tempo, os dados devem vir de várias fontes para que se confirmem e se complementem. E, claro, é essencial que a velocidade seja adequada, já que um post de ontem pode não ter valor hoje.

Imagine, por exemplo, um tuíte que informa sobre um ponto de alagamento. Além de permitir saber quantas pessoas estão falando sobre o assunto, essa publicação é uma boa referência para que o CET, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros local tome uma decisão proativa e envie equipes àquela área para ajudar a garantir que possíveis vítimas sejam atendidas.

Outro exemplo interessante de dados não estruturados é quando as rodovias compilam informações sobre os acidentes ocorridos em sua extensão. Esses subsídios ajudam a indicar onde uma passarela pode ser útil para evitar atropelamentos, por exemplo.

De modo geral, então, soluções de Big Data tem várias formas de serem aplicadas. “Como não há um produto pronto, ele pode ser adaptado às necessidades de qualquer operação”, comenta o Gerente de Smarter Cities e Big Data. Muitas vezes, é por meio do Big Data que se pode de fato tomar a decisão que vai mudar o destino de um negócio ou processo.

A MAGNA SISTEMAS é uma empresa de serviços que oferece soluções inovadoras baseadas em diferentes tecnologias para apoiar seus clientes na resolução de desafios de negócios e no retorno do investimento.

Como a internet das coisas pode ajudar na gestão de ativos públicos

Cuidar das estruturas das cidades é uma necessidade. Afinal, o poder público deve garantir o conforto dos cidadãos e a eficiência dos serviços

 

Assim como a gestão patrimonial tem sido uma preocupação recorrente para as empresas, cuidar dos ativos públicos de infraestrutura de uma cidade tem um valor inestimável. Afinal, nas cidades, é fundamental que o poder público garanta o conforto dos cidadãos – residentes ou não – por meio da zeladoria adequada dos espaços.

Um dos aspectos mais importantes nesse cenário é o planejamento. “Basta lembrar que tudo pode ser considerado como ativo (pessoas, objetos e estruturas, por exemplo) e que acompanhá-lo permite que se ofereçam serviços mais adequados”, avalia Marciel Berto, Gerente de IoT da MAGNASISTEMAS.

Zelando os recursos das cidades

Em grandes cidades do Brasil, as chuvas de verão são abundantes com manifestações climáticas intensas que provocam acidentes naturais com frequência, tais como alagamentos, desabamentos, queda de árvores etc.

Para evitar maiores consequências, é crucial que as prefeituras tenham operações de zeladoria da cidade que permitam desde o recebimento das demandas pelo cidadão, como solicitações de poda de árvore, limpeza de bueiro, etc, até a conclusão do serviço em campo.

No caso de árvores, por exemplo, é essencial ficar atento para mantê-las sempre saudáveis e a tecnologia da internet das coisas pode ser usada para isso de forma eficiente. A implantação de sensores permite coletar dados que ajudam a saber mais sobre suas condições físicas: se sua umidade tem sido suficiente ou se seu grau de inclinação pode ser considerado preocupante, por exemplo.

Assim, o município pode intervir na gestão dos ativos públicos sempre que houver necessidade. Isso ajuda a reduzir custos e a manter um padrão na manutenção, de forma que se antecipem possíveis incidentes e se evite a necessidade de ações corretivas (que são mais caras e invasivas que as preventivas).

Acompanhamento de ocorrências na infraestrutura

Nas cidades, outro aspecto que requer monitoramento constante são os equipamentos de infraestrutura urbana, como ruas, pontes e viadutos. “Qualquer interferência neles afeta diretamente o cidadão”, diz Berto. “Por isso, é importante que haja um acompanhamento continuado da carga e do tráfego a que ele é submetido.”

Assim como nas árvores, podem-se inserir sensores nessas estruturas para observar possíveis alterações. “Depois, com o auxílio do Big Data, os responsáveis têm acesso a dados que permitem que tomem decisões em relação a esses aspectos, diminuindo a ocorrência de transtornos para o usuário.”

Uma das infraestruturas mais complexas de uma cidade é sua rede de sistemas hidráulicos. Estudos demonstram que há perdas importantes ao longo da cadeia de canos que abastecem a população.

Com um sistema de gestão de ativos que use as possibilidades da internet das coisas, é possível mapear toda a rede e tornar os medidores mais inteligentes. Assim, eles podem passar a oferecer informações em tempo real. “Dessa forma, pode-se identificar um vazamento em minutos”, conta o gerente.

É exatamente isso que a MAGNASISTEMAS faz: converter os dados coletados por sensores implantados em diferentes tipos de estrutura em informações de alto valor agregado. Assim, os gestores podem tomar decisões mais adequadas, já que têm dados reais correlacionado como base. “Antes, as informações eram incluídas pelos profissionais e especialistas da área. Agora, são os próprios ativos que fornecem esses dados.”

Dessa forma, a solução sempre leva a resultados positivos, já que beneficia tanto a administração pública (que, além de reduzir custos, ganha eficiência na gestão) quanto o cidadão. “O gerenciamento eficaz dos ativos é uma tendência e uma necessidade em todos os setores”, completa Berto.

Aqui no blog da Magna Sistemas você encontra muitas novidades na área de tecnologia. Aproveite a visita e descubra outros temas de seu interesse!

CCI da Magna Sistemas é vice-campeão no IBM Beacon Awards

Nosso Centro de Controle Inteligente é vice-campeão no IBM Beacon Awards 2019, programa global que reconhece os Parceiros Comerciais IBM que estão entregando soluções notáveis para impulsionar o valor de negócios e transformar a maneira como os clientes e os segmentos de mercado operam. A solução da MAGNA SISTEMAS foi eleita na categoria “Outstanding Watson Internet of Things Solution”.

Magna Sistemas recebe a premiação de melhor parceiro comercial da IBM

LA Excellence Awards Brazil – melhor parceiro comercial da IBM Brasil!
Reconhecimento aos resultados de negócios realizados em parceria com a IBM, sempre superando os objetivos estabelecidos, quantidade de certificações e treinamentos, projetos e iniciativas relevantes, premiações, comprometimento, entre outros fatores que contribuem para o sucesso de nossa parceria!

Saiba mais:
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Adriano Dias, VP da MAGNA SISTEMAS, recebe a premiação de melhor parceiro comercial da IBM em cerimônia ocorrida durante o IBM PartnerWorld at Think 2019, conferência global realizada em São Francisco – CA (EUA), que reúne os principais executivos da IBM com os principais IBM Business Partners em nível mundial.

CCI: O caminho para estradas inteligentes

Centro de Controle Inteligente (CCI) proporciona soluções para gestão das estradas brasileiras, oferecendo a resposta certa para enfrentar as dificuldades atuais e tornar as rodovias mais seguras e eficientes

Um dos grandes desafios da administração pública é a gestão de estradas e rodovias. Com o movimento intenso de carros e caminhões em diversas partes do país, o foco é a diminuição de acidentes, de incidentes e, principalmente, da quantidade de mortos e feridos.

Garantindo maior fluidez das vias, melhor a experiência dos cidadãos e o impacto econômico positivo proveniente da otimização da logística e transporte rodoviário de cargas, assim como, na certeza da redução de engarrafamentos e de poluição. Isso, também vale para as rodovias já privatizadas, onde as concessionárias também podem sentir o impacto financeiro com a maior arrecadação de tarifas por hora.

Dados ainda apontam falta de inteligência no transporte

Alguns números mostram que as questões relativas ao transporte rodoviário no país exigem ser resolvidas de forma urgente:

• De acordo com a pesquisa CNT de Rodovias, mais de 60% do transporte de cargas e mais de 90% dos deslocamentos de passageiros do Brasil são feitos por rodovias.

• O estudo apresentado pelo Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, programa do Governo de São Paulo que visa reduzir pela metade o número de óbitos no Estado até 2020, mostra que acidentes em rodovias do estado geram um impacto de R$ 4,88 bilhões para a economia.

• Em dez anos, o transporte de carga no Brasil aumentou em 29,5%, passando de 389 milhões em 2006 para 503,8 milhões em 2016, de acordo com o anuário de 2017 da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Estes exemplos demonstram que há deficiência na implementação de soluções para o transporte rodoviário, o que resulta em uma infraestrutura deficitária que ameaça a integridade do mercado de serviços de transporte e impacta a economia em diferentes setores.

Mesmo para quem já deu os primeiros passos na gestão de estradas mais eficientes, é possível identificar algumas dificuldades crônicas, tais como: monitoramento impreciso, informações não confiáveis, ausência de procedimentos, equipes pouco colaborativas e a falta de ações preventivas.

Tornar as estradas mais inteligentes é a solução

A mesma tecnologia utilizada no desenvolvimento de cidades inteligentes (Smart Cities) pode ser adotada por agências e concessionárias de estradas e rodoviárias pelo país. Por meio de um Centro de Controle Inteligente é possível criar sistemas inteligentes de transportes, com suporte e ampla gama de aplicativos e serviços de alta qualidade.

O CCI concentra as redes de comunicações avançadas que interconectam equipamentos rodoviários: pedágio, câmeras de monitoramento, comunicações de emergência e sistemas de sinalização digital, além de veículos, viajantes e trabalhadores responsáveis pela manutenção das estradas e o próprio Centro de Controle Inteligente.

O objetivo sempre é oferecer recursos de monitoramento e controle em tempo real para melhorar a experiência dos usuários de estradas e rodovias, garantindo fluidez das vias e reduzindo o tempo de viagem dos motoristas.

Desta forma, as operações se tornam mais eficientes, o nível de segurança para trabalhadores e viajantes aumenta e as informações sobre possíveis atrasos de construção, rotas alternativas, condições climáticas, entre outras condições do tráfego, podem ser compartilhadas com motoristas, passageiros e veículos.

Ao implantar uma estrada inteligente com o uso do CCI é possível alcançar importantes avanços na gestão de rodovias, buscando reduzir o número de acidentes e incidentes.

As cidades inteligentes merecem uma infraestrutura de transporte inteligente e as rodovias não são exceção.
Na prática, como a solução do CCI funciona

Quando acontece uma ocorrência, por meio do CCI, toda a operação é interligada e o agente não precisa fazer várias ligações para se atualizar sobre o status de cada ocorrência com a equipe de campo.

Alguns exemplos de como o CCI pode funcionar:

• Por meio de dashboards e filtros por atividade, é possível analisar em um mapa como está toda a operação da rodovia. Por exemplo, quantos acidentes ocorreram, onde, como está o trânsito no pedágio e quantos guichês estão abertos.

• Com a visão macro é mais fácil priorizar quais são as urgências, saber o que merece mais atenção (como um acidente grave) e direcionar a equipe certa para a ocorrência.

• No mapa da rodovia também é possível ver por cores quais os níveis de cada ocorrência, sendo o vermelho o mais grave.

• Com indicadores consistentes de como a rodovia está operando, o concessionário e também o gestor público conseguem estabelecer diferentes metas para obter melhorias.

• A análise preditiva contra incidentes cria, por meio de histórico de eventos e datas, uma massa de dados que permite trabalhar de forma preventiva contra incidentes.

CCI vai além das estradas

Por fim, vale destacar que o Centro de Controle Inteligente também pode ser aplicado em outras áreas de atuação de missão crítica:

● Segurança pública;
● Aeroportos;
● Trânsito;
● Transporte público;
● Águas;
● Energia;
● Zeladoria urbana;
● Defesa Civil;
● Portos;
● Fiscalização.

Para ficar por dentro de tudo que acontece nas cidades inteligentes, continue acompanhando em nosso blog informações e novidades a respeito do tema e de outras tecnologias.

Saiba como um Centro de Controle Inteligente é vital para o desenvolvimento das Smart Cities

A missão de uma Smart City é otimizar as operações da cidade e impulsionar o crescimento econômico. Para tudo isso funcionar, é fundamental contar com um Centro de Controle Inteligente

 

As cidades precisam se tornar inteligentes! Elas têm agora uma oportunidade de mudar para melhor, aproveitando o avanço das Smart Cities e as novas tecnologias que as acompanham. Produtividade e eficiência de gestão, por exemplo, são alguns dos benefícios gerados com a adoção de um centro de controle apoiado com tecnologias de Internet das Coisas.

 

Associado a esse ciclo virtuoso de melhorias, as cidades inteligentes promovem o crescimento sustentável e com visão de futuro. Ao otimizar os processos e aumentar a satisfação dos cidadãos, as Smart Cities estão se transformando no local ideal para exatamente o que eles precisam: a otimização do uso dos recursos públicos e o melhor padrão de vida.

 

Neste artigo você vai entender na prática como o Centro de Controle Inteligente (CCI) pode se tornar fundamental, por meio do monitoramento, controle e operação em tempo real, na construção de uma cidade inteligente.

 

O que está levando a busca por cidades inteligentes?

 

Construir cidades mais inteligentes cumpre muitos requisitos críticos para os governantes e gestores, e com as Smart Cities é possível:

 

  1. Identificar, quantificar e resolver a sobrecarga operacional em áreas fundamentais da cidade, incluindo aeroportos, estádios, indústrias, centros comerciais etc.
  2. Melhorar a segurança e a felicidade dos cidadãos.
  3. Tornar mais eficiente a gestão de recursos públicos.
  4. Abraçar o conceito das cidades inteligentes é melhorar a vida dos cidadãos, abrindo novas oportunidades para as cidades reunirem, processarem e agirem sobre eventos que acontecem localmente.

 

Uma vez que as cidades começam a fazer a gestão de maneira “inteligente”, elas podem melhorar continuamente os processos administrativos e operacionais, oferecendo mais retorno aos cidadãos.

 

Para se tornar inteligente é preciso ter uma visão em tempo real

 

Um centro de controle se tornou fundamental nesse momento de transformação.

 

Com o uso do Centro de Controle Inteligente, solução da MAGNASISTEMAS, baseada em tecnologia IBM, é possível coletar informações em tempo real, reagir, responder e otimizar a eficiência na gestão de transporte, trânsito, segurança, defesa civil, portos e aeroportos. É possível otimizar processos e fornecem uma visão unificada de todas as operações, reduzindo riscos e aumentando a segurança.

 

Exemplos práticos da integração do Centro de Controle Inteligente e Smart Cities

 

Embora a definição de Smart City possa variar, a sua missão básica é otimizar as funções da cidade e impulsionar o crescimento econômico, enquanto melhora também a qualidade de vida de seus cidadãos, usando tecnologia inteligente e análise de dados. É nesse momento que o CCI se torna fundamental.

 

Tecnicamente, qualquer área da gestão da cidade pode ser incorporada em uma iniciativa de cidade inteligente ao utilizar uma solução de Centro de Controle Inteligente.

 

  • Uma aplicação clássica é na área de trânsito. O gerenciamento de tráfego inteligente é usado para monitorar e analisar os fluxos de tráfego, otimizando sinais de trânsito para evitar os congestionamentos com base na hora do dia ou nos horários de rush.
  • O transporte público inteligente é outra faceta da integração entre o CCI e as cidades inteligentes, sendo usado para garantir a demanda dos usuários. As empresas de transporte são capazes de coordenar os serviços e atender às necessidades dos passageiros em tempo real, melhorando a eficiência e a satisfação dos usuários.

 

Esses são alguns exemplos reais da integração entre Smart Cities e o Centro de Controle Inteligente. Todavia, as iniciativas de cidades inteligentes também visam monitorar e abordar preocupações ambientais, como as mudanças climáticas, a poluição do ar, o saneamento básico. Outros que se beneficiam com essa integração são órgãos, agências ou mesmo recintos menores, como aeroportos, portos, estádios de futebol, ginásios, entre outros, que demandam uma gestão eficiente e monitoramento constante.

 

Para saber mais sobre como o Centro de Controle Inteligente pode ajudar no desenvolvimento de cidades inteligentes e na eficiência estratégica da gestão, acompanhe aqui no blog nossos artigos e novidades em tecnologia.

A MAGNA SISTEMAS, um dos maiores IBM Platinum Business Partners no Brasil, desenvolve solução de Smart Cities há mais de 15 anos. O Centro de Controle Inteligente é uma destas soluções e está baseada na plataforma IBM Intelligent Operations Center e IBM Máximo.

Um centro de controle eficiente é o primeiro passo para uma cidade inteligente

Um Centro de Controle Inteligente contribui para uma boa gestão pública e nos leva às primeiras iniciativas para a construção das Smart Cities

As previsões sobre o surgimento de cidades inteligentes estão ganhando impulso e se tornando realidade à medida em que a tecnologia avança e os governos se conscientizam da possibilidade de ampliar a qualidade de vida da população e do potencial de desenvolvimento humano.

Com a chegada destas cidades inteligentes, novos conceitos vêm surgindo e alguns paradigmas já consolidados já estão sendo quebrados em relação à gestão pública.

Hoje, podemos observar uma grande mudança em andamento, impactando várias cidadãos. Esse fenômeno acontece graças às novas Tecnologias, a Transformação Digital e novas Soluções para diversos problemas encontrados em cidades de diferentes tamanhos e perfis.

As cidades inteligentes são uma realidade

Imagine sensores identificando buracos, qualidade do ar, padrões de tráfego, vazamentos de água e uma série de outras questões municipais. Estes são exemplos típicos de soluções que fazem parte da realidade das cidades inteligentes.

Smart Cities consiste no uso de tecnologias de informação e comunicação para aumentar a eficiência operacional, compartilhar informações com a população e investir na qualidade dos serviços governamentais e o bem-estar dos cidadãos. Assim, o objetivo de uma Cidade Inteligente é otimizar as funções públicas e impulsionar o crescimento econômico, enquanto melhora a qualidade de vida usando tecnologia de ponta e análise de dados.

Além da oportunidade de construção de um novo ambiente, as cidades inteligentes nos levam a oportunidades com ganhos em eficiência estratégica, produtividade e otimização de investimentos.

Os gestores e responsáveis por áreas vitais em nossa sociedade já têm suas primeiras iniciativas para a construção de uma cidade inteligente, por exemplo, ao realizar ações como monitoramento da cidade, o que pode ser feito por meio de um Centro de Controle Inteligente.

Assim, o mais importante no uso de um centro de controle é a exibição dos dados de forma organizada, de acordo com as prioridades e estratégias da gestão, auxiliando nas decisões a serem tomadas em momentos críticos ou em situações que precisam de ações imediatas, as quais possam otimizar a relação entre a população e a cidade.

Iniciativas de uma cidade inteligente

Tecnologias emergentes como automação, aprendizado de máquina e Internet das Coisas (IoT) estão impulsionando a adoção das cidades inteligentes. As iniciativas voltadas às Smart Cities também visam monitorar e abordar preocupações ambientais, a exemplo de mudanças climáticas como a poluição do ar.

O saneamento também pode ser melhorado com tecnologia inteligente, usando lixeiras conectadas à Internet, que possuem sistemas de gerenciamento de frotas habilitados por IoT para a coleta e remoção de resíduos. Outras novidades são os sensores que medem os parâmetros de água com o intuito de garantir a qualidade da água potável, assim como a remoção adequada de águas residuais e sua drenagem.

A gestão estratégica e eficiente de toda essa estrutura está contando com inovações, a exemplo do Centros de Controle Inteligente (CCI). Os Centros de Controle minimizam incidentes em áreas importantes das cidades, com recursos voltados para visibilidade, centralização, organização, ações preventivas e intervenções pontuais.

CCI: monitoramento em tempo real é estratégico

Um Centro de Controle Inteligente pode ser usado para monitorar e analisar os fluxos operacionais com o objetivo de gerenciar e otimizar, em tempo real, áreas estratégicas, tais como trânsito, segurança, defesa civil, portos e aeroportos. Exibe em tempo real, dados relevantes em painéis personalizáveis exibidos em diferentes tipos de gráficos de acordo com a opção do gestor e pode ser aplicado em situações como:

1 – Gerenciamento de tráfego, controle de trânsito, gestão de semáforos e agentes de trânsito.
2 – Controle de operação terceirizada, garantindo acordos de níveis de serviços e reportando desvios da operação.
3 – Monitoramento de transporte público para garantir maior fluidez e segurança nos deslocamentos dos cidadãos.
4 – Gestão da manutenção e operação de ativos, mitigando riscos e otimizando a operação.
5 – Segurança para áreas com grande concentração de pessoas, veículos ou outros recursos móveis.
6 – Controle eficiente de cidades, órgãos, agências e lugares considerados estratégicos como aeroportos, portos, estádios, entre outros.

Para saber mais sobre como o Centro de Controle Inteligente pode ajudar no desenvolvimento de cidades inteligentes e na eficiência estratégica da gestão, acompanhe aqui no blog nossos artigos e novidades em tecnologia.